PRONUNCIAMENTO BJSBR – INSTAGRAM (brianjsmithbrasil)
19.07
POSTADO POR Luiz
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PT: No mês de maio de 2021 tivemos o azar de perder o nosso perfil no Instagram (@brianjsmithbrasil), que no qual foi deletado pela plataforma Instagram por violação de direitos autorais.

E gostaríamos de informar que o ocorrido nos deixou desmotivados e frustrados após árduos anos de trabalho de conteúdo no perfil do Instagram que possuía mais de 11 mil seguidores e o tão sonhado “seguindo” do Brian pelo qual conquistamos após anos de conteúdo a ele, sem mencionar que erámos seguidos por muitas pessoas da equipe de Sense8, familiares e amigos do Brian… ainda não acreditamos que isso aconteceu conosco e precisávamos nos pronunciar.

Ressaltamos que o nosso perfil no Instagram começamos no ano de 2015 e por publicarmos vídeos da série Sense8 e que foi o motivo pela exclusão do nosso perfil por parte do Instagram sem aviso prévio ao nosso perfil.

Dessa maneira, gostaríamos de informar que criamos um novo perfil no Instagram: @brianjsmithbra!

Somos um fã site dedicado ao ator norte-americano Brian J. Smith no ar desde 2015 e permaneceremos atualizando vocês através das nossas redes sociais:


🌐 Twitter: @BrianJSmithBRA, antigo @BrianJSBrasil.

📫 Facebook: https://www.facebook.com/brianjsmithbra/

📸 Instagram: @brianjsmithbra 

📸 Galeria de fotos: https://brianjsmithbrasil.com/galeria

🖥️ Site: https://brianjsmithbrasil.com/

 

EN: BJSBR PRONOUNCEMENT – INSTAGRAM

In May 2021 we were unlucky enough to lose our instagram profile (@brianjsmithbrasil), which was deleted by the Instagram platform for copyright infringement.

And we would like to inform you that what happened left us unmotivated and frustrated after hard years of content work on the instagram profile that had more than 11,000 followers and the long-awaited “following” of Brian that we conquered after years of content to him, without to mention that we were followed by many people from the Sense8 team, Brian’s family and friends… we still don’t believe this happened to us and we needed to speak up.

We emphasize that our profile on instagram started in 2015 and because we published videos from the Sense8 series and that was the reason for the exclusion of our profile by instagram without prior notice to our profile.

Thus, we would like to inform you that we have created a new Instagram profile: @brianjsmithbra!

We are a fan site dedicated to the American actor Brian J. Smith on air since 2015 and we will keep updating you through our social networks:

🌐 Twitter: @BrianJSmithBRA, antigo @BrianJSBrasil.

📫 Facebook: https://www.facebook.com/brianjsmithbra/

📸 Instagram: @brianjsmithbra 

📸 Galeria de fotos: https://brianjsmithbrasil.com/galeria

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GALERIA: Brian J. Smith estrela de “Sense8” capa da Attitude Magazine, 2019
21.04
POSTADO POR Luiz
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Brian J. Smith foi matéria de capa da edição da Attitude Magazine, uma revista britânica de entretenimento destinada ao público gay ainda no formato impresso e online. Nela, são presentes duas matérias na qual o ator fala sobre sua sexualidade, passado no Texas e seus trabalhos na televisão.

 

Confira a nossa tradução da entrevista a seguir: Brian J. Smith estrela de “Sense8” relembra para a Attitude Magazine como foi crescer sendo gay e apavorado no subúrbio do Texas, EUA

 

Adicionamos recentemente as imagens fotográficas desse ensaio maravilhoso em que Brian realizou em 2019 em alta resolução (HQ), confira em nossa galeria de fotos:

INICIOENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > ATTITUDE MAGAZINE UK

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Aproveite para conferir também o vídeo dos bastidores da entrevista e do ensaio fotográfico do ator, clicando a seguir:

TRADUÇÃO: site Bustle resume carreira e vida de Brian J. Smith
02.04
POSTADO POR Bia Russo
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Após a estreia de World On Fire, um dos mais recentes trabalhos de Brian J. Smith divulgados ao mundo, o site Bustle preparou um especial sobre o ator para todos que estavam curiosos sobre a sua trajetória na televisão. 

Na matéria, o veículo reuniu trechos de entrevista sobre a sua vida pessoal e profissional. Comenta desde o seu primeiro papel até o último, a sua passagem pela Broadway, indicação ao Tony Awards e muito mais. Confira a nossa tradução desse resumão da vida do nosso querido Smith:

Quem é Brian J. Smith de World On Fire

Esse ator de Gossip Girl está pronto para o sucesso junto a nova série da BBC World On Fire 

A nova série de guerra mundial da BBC ONE, World On Fire, está pronta para o seu sucesso pelo mundo. Então, naturalmente, as pessoas estão sedentas por mais conhecimento sobre o elenco. Um ator em particular está causando uma agitação. A estrela americana Brian J. Smith que interpreta Wester O’ Connor: um médico americano que se apaixona por uma musicista em Paris.

Smith foi nascido e criado no Texas. Assim como o seu personagem em Worl On Fire. Mesmo assim, essa não é a unica conexão entre os dois. Webster cresceu em uma família militar. Smith quase entrou para o exército, segundo o The New York Post. Após sair da sua cidade natal e se formar na Juilliard, Universidade de Nova York, ele contou para o jornal que “foram dois meses atrás de pagar o aluguel, eu não tinha seguro, e acabei fazendo o teste (para um papel) e me disseram que eles escolheram outra pessoa”

decidindo que esse era um sinal para ele se alistar, ele apareceu no recrutamento e estava preparado para embarcar na manhã seguinte para o exame físico. Felizmente, o empresário de Smith interviu, dizendo a ele: “O outro cara desistiu do papel e ele é seu!” Acabou sendo para o indie drama lançado em 2009, The War Boys.

Anteriormente, Smith já havia interpretado um homem gay que foi forçado a lidar com o filho de um religioso fundamentalista em Hate Crime. Em 2008, ele tomou o palco, estreando na peça da Broadway, Come Back, Little Sheba. Ele então, passou a migrar do teatro para a TV, assumindo papéis em Stargate Universe e Gossip Girl e em 2013, a produção da Broadway de The Glass Menagerie (a qual proporcionou ao ator uma nomeação ao Tony Awards)

Dois anos depois, o ator deu as caras novamente na série da Netflix, Sense8. Escalado como um policial de Chicago que carrega uma forte conexão psíquica com um grupo de 7 desconhecidos, a série foi cancelada após apenas duas temporadas, informou o Screen Rant.

“Eu olho para os personagens que interpretei – heroicos, caras americanos bem másculos – e sou eu interpretando uma fantasia,” ele contou para o New York Post. “Eu tentei ser esse tipo de cara que eu idolatrava no Ensino Médio.”

Outro papel fantástico, esta sendo planejado para Smith, agora com 37 anos. Em novembro de 2018, foi anunciado, pela Deadline, que ele estaria fazendo um dos papeis principais de uma série baseada na franquia de Bourne. Estrelando ao lado de Jeremy Irvine em Treadstone, Smith interpreta um americano que trabalha em uma plataforma de petróleo que acaba se envolvendo em um programa de modificação de comportamento da CIA.

Agora, Smith esta se preparando para mostrar o seu último trabalho para o mundo. O seu personagem em World On Fire o mudou, o ator contou para a Bradford Zone: “Ele é alguém que se encontrou em Paris. Ele escapou de uma família militar bem intolerante e opressiva. Eles o amam, mas não o entendem, e ele descobriu que Paris é o lugar onde ele esta bem consigo mesmo. Ele está vivendo o mundo dos sonhos.”

Na entrevista, Smith ainda acrescentou que ele estava “fascinado com alguém que descobre o seu sonho e então o sonho começa a entrar em colapso” e acredita que o foco da narrativa humanizada da série é “relevante para o que esta acontecendo no mundo hoje.”

Por fim, Smith admite se identificar com Webster. “Eu cresci nos subúrbios do Texas durante a era de Ronald Reagan, então, de um jeito estranho, eu entendo como é crescer em um lugar em que você é diferente, em não me encaixar em uma cultura,” ele contou para o site.

“Você ama a sua casa de um jeito que não da para descrever, mas eu sempre senti que eu precisava sair e viajar e aqui estou eu – trabalhando em Praga e Manchester, morando na Europa, e escapando de uma América que estou sentindo que é uma América cada vez mais diferente do que eu conheço pelos últimos 10 anos.”

ENTREVISTA: Brian J. Smith fala sobre se assumir e porque está em quarentena em Berlin
17.07
POSTADO POR Bia Russo
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Uma das mais recentes entrevistas concebida por Brian J. Smith foi para o portal NewNowNext, da Logo TV, após uma live no Instagram do canal focado em temas LGBTI+ remediado pela famosa drag queen Pixie Aventura. Nela, o ator falou um pouco sobre ter se assumido homossexual, sobre os seus recentes trabalhos e muito mais. Confira a tradução do resumo feito para a matéria:

Brian J. Smith fala sobre se assumir e porque está em quarentena em Berlin

O ator de Sense8 teve um bate-papo virtual com Pixie Aventura para a Logo Live.

Se você não está assistindo as lives da Logo TV no Instagram, você está perdendo certo conteúdo incrível – como a estreia de Brian J. Smith na Logo. Na live do Instagram do quadro “Segundas são Drags” dessa semana, a nativa rainha nova iorquina Pixie Aventura convidou Smith para o programa em um chat. O ator atendeu de Berlin, na Alemanha, onde ele acabou fazendo quarentena após filmar a nova sequência de Matrix.

“Nós tivemos talvez duas semanas de ensaios de luta e então ‘a merda bateu no ventilador'” Revelou Smith. “Eles começaram a mandar as pessoas para a casa; eles tecnicamente demitiram todo mundo porque é … meio que tão ruim quanto parece e está ficando pior”.

Foi oferecida uma passagem para que Smith retornasse ao seu apartamento em Nova Iork. Porém, ele decidiu ficar em Berlin por enquanto.

O ator também conversou com Pixie sobre a sua experiência no set de Sense8, a favorita dos fãs da Lana Wachowski, a série de ficção científica extremamente inclusiva da Netflix, na qual acabou com um episodio final de duas horas em 2018. (praticamente “metade da equipe” e “todos chefes de departamento” também estão trabalhando em Matrix 4). “Nós nos tornamos uma família realmente unida,” Smith compartilha. “Foi a experiência mais especial que já tive.”

Pixie então prosseguiu com o momento em que Smith se assumiu membro da comunidade LGBTI+. Como a NewNowNext informou em outubro, o ator se assumiu gay na capa de uma edição da Revista Attittude no Reino Unido. Mas a sua orientação sexual não era nenhuma novidade para amigos como Pixie, que já sabia e o aceitava por quem ele era.

“Não era que eu estava escondendo ou que eu estava com vergonha por ser gay,” Smith afirma. “Foi que eu estava preocupado que isso fosse impactar a minha carreira… Eu nunca fui aquele tipo de ator que tivesse esse tipo de carreira, que estive cercado de pessoas interessadas na minha vida pessoal… E eu meio que tive um momento em que ‘caiu a ficha’ e foi tipo, ‘você quer ser a matéria de capa dessa edição?’ e eu estava tipo ‘Okay’. Essa foi a melhor maneira de fazer isso.”

“Eu estou realmente agradecido que eu fiz,” ele adiciona.

Confira a entrevista na íntegra remediada por Pixie Aventura e feita ao vivo pelo Instagram do canal Logo Tv – incluindo perguntas bônus sobre o seu papel dos sonhos e não ser assumido no set de Sense8:

 

Ver essa foto no Instagram

 

🌈🎭 Actor @smithespis stops by “Mondays are a Drag” and chats with host @pixieaventura while we #StayHome #AloneTogether on being in quarantine in Berlin while filming #TheMatrix, coming out publicly as gay, and his time on #Sense8! Stay safe Brian and thanks for joining us! ❤️

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ENTREVISTA: World On Fire: novo drama épico da BBC com Brian J. Smith
14.07
POSTADO POR Luiz
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World On Fire: novo drama épico da BBC One do escritor multi-premiado Peter Bowker;

Entrevista com Brian J. Smith:

Brian J. Smith interpreta Webster O’Connor em World On Fire.

BBC: Qual foi a característica de Webster que te atraiu para o papel?

Brian: O que realmente me emociona sobre Webster é que ele se encontrou em Paris. Ele escapou de uma educação familiar militar bastante opressiva e intolerante. Eles o amam, mas não o entendem, e ele descobriu que Paris é o lugar onde ele é o melhor de si. Ele está vivendo em um mundo de sonhos.

Fiquei fascinado com alguém que encontra o sonho e então o sonho começa a desmoronar e se desgastar. Vemos esse indivíduo que está apenas tentando manter seu sonho vivo, mesmo quando está se dissolvendo ao seu redor. Acho isso muito emocionante e emocionante de tocar, e também relevante para o que está acontecendo no mundo no momento. Acho que muitas pessoas sentem que o mundo que conhecemos está desaparecendo lentamente e estamos tentando lutar para mantê-lo vivo.

BBC: Pensamos na guerra que tira as liberdades, mas para algumas pessoas, isso proporcionou um ambiente para elas encontrarem a liberdade. Isso é verdade para o seu personagem Webster?

Brian: O engraçado da guerra é que, apesar de toda a tragédia e o coração partido que a rodeia, isso força a maioria das pessoas a serem possivelmente melhores. Os livros que li para minha pesquisa explicam como a guerra traz o melhor e o pior das pessoas. As pessoas ainda se apaixonam e ainda querem manter vivo seu sonho particular. Uma situação de guerra, por mais terrível que seja, oferece às pessoas normais a oportunidade de serem extraordinárias, o que pode não acontecer em tempos de paz. Pode ser um catalisador para trazer o melhor que a humanidade pode ser.

BBC: Como o Webster acaba conhecendo o Albert?

Brian: Webster visita um clube subterrâneo, um clube de jazz muito permissivo administrado por Albert. E o Webster foi criado no Texas, que provavelmente tinha muitos tons raciais intensos. Com sua sexualidade, Webster teve que diminuir a temperatura – no entanto em Paris e no clube de Albert, ele encontra um lugar onde ele pode ser ele mesmo e viver o seu sonho. Ele vê esse homem bonito, que em todos os sentidos é o oposto de quem ele deveria amar. Ele foi ensinado desde os primeiros tempos em que se lembra de que sentimentos como os dele estão errados.

BBC: Quais foram os efeitos de conhecer Albert e se apaixonar o Webster teve?

Brian: O relacionamento deles é tão bonito porque Albert sabe quem ele é, enquanto Webster ainda está se descobrindo. Eu sempre penso em Webster como se fosse um cachorrinho perto de Albert. Ele se torna um adolescente apaixonado e é tão adorável colocar esse tipo de pura inocência e atração erótica no quadro desse terrível e terrível fluxo de eventos que está acontecendo no mundo. Faz com que esses eventos pareçam mais perigosos e faz com que esse amor e essa conexão pareçam mais vitais porque eles estão muito ameaçados.

BBC: Quando o pai de Webster vai visitá-lo, você sente que ele está sendo atraído de volta para o mundo em que não deseja voltar. O que acontece?

Brian: Webster cresceu no Texas sendo um homossexual com uma família militar e uma cultura muito masculina. Quando você é educado dessa maneira, o sistema nervoso fica muito bom em piscar os olhos e ver apenas o essencial para sobreviver. À medida que o mundo começa a se intrometer em Webster e Albert, o Webster ainda é, para o bem ou para o mal, muito bom em manter esses antolhos (significado: limitar sua visão e forçá-lo a olhar apenas para a frente, e não para os lados, evitando que se distraiam ou se espantem e saiam do rumo) e em manter qualquer ameaça afastada, porque foi assim que ele aprendeu a sobreviver. Infelizmente, tem algumas conseqüências trágicas involuntariamente.

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BBC: Como você difere a série World on Fire de outros dramas da Segunda Guerra Mundial?

Brian: Os dramas de época costumam ter muitos clichês. Você pode cair em armadilhas. Pensamos que sabemos como as pessoas conversaram e pensamos que sabemos como as pessoas se comportaram e o que elas queriam. Até certo ponto, mas muito disso nos é transmitido por filmes e fotografias.

Essas são ótimas fontes, mas o que eu amo na série de Peter é que se baseia na ideia de que a natureza humana é essencialmente inalterada. As pessoas que somos hoje, nossos ritmos de fala, nossos sonhos e nossos desejos seriam muito semelhantes às pessoas da época. Peter não escreveu isso de uma maneira que pareça empolgada e séria. Fomos encorajados a abordar nossas performances, o visual e a música de uma maneira que tente evocar a emoção de como eram os tempos. É uma coisa realmente inteligente a ser feita, porque estamos tentando encontrar uma maneira de fazer com que isso pareça contemporâneo, para que os problemas e o perigo que estava acontecendo naquela época possam parecer muito relevantes para o que está acontecendo conosco hoje.

BBC: O que era importante para você, no aspecto de transmitir através do relacionamento entre o seu personagem Webster e de Albert?

Brian: No que se diz respeito à relação entre Webster e Albert, pensei que era muito importante estar ciente da tensão entre liberdade e paranoia. Ser homossexual naquela época era impensável; a homossexualidade era ilegal. Isso foi visto como uma doença e você foi ensinado que desde tenra idade, portanto, seu sistema nervoso fica estressado de uma maneira que tem ramificações para o resto de sua vida.

Embora Webster e Albert morem na Paris liberal, tentamos brincar com a tensão entre amar abertamente e publicamente alguém, mas sabendo que eles nem conseguem se tocar em público – isso cria segredos entre as pessoas. De certa forma, eles se tornam sua própria resistência, especialmente quando os nazistas chegaram e é o amor deles que luta contra os nazistas. Segurar isso é o jeito deles de sacudir os punhos contra o fascismo e a crença nazista.

BBC: O que você mais gostou durante o período de trabalho ao lado de Parker Sawyers?

Brian: Foi um sonho. Alguma coisa acontece com Parker enquanto você está atuando com ele. Falaremos sobre hip-hop e rap um minuto, depois nos prepararemos para a cena e, como tudo está se acalmando, o rosto dele – e acho que nunca vi isso antes com outro ator – muda de dentro. Isso acontece talvez mais de cinco segundos e Albert apenas aparece de dentro para fora dessa maneira muito gentil.

É tão fácil se apaixonar por ele. Agir com alguém com quem você sente que pode estar seguro e reproduzir o tipo de cenas que temos que fazer exige um tipo de intimidade e vulnerabilidade. Isso pode ser realmente difícil se você sentir que está lidando com um ator que se sente desconfortável com o assunto ou se o faz pelas razões erradas. Eu não poderia ter escolhido ou pedido alguém que apenas faça tudo parecer tão fácil e divertido ao mesmo tempo, porque nós realmente nos divertimos muito. Mesmo que seja uma cena bastante intensa, em nossos intervalos temos lágrimas escorrendo pelo rosto, rindo, apenas rindo um do outro.

BBC: Quem é Nancy para Webster?

Brian: Nancy é tia de Webster. E Webster olhou para Nancy como uma figura maior do que a vida que sempre voltava para visitar e trazer brinquedos / presentes de suas viagens. Ele sente um parentesco com ela e eles compartilham uma inquietação; uma necessidade de estar fora do mundo e uma necessidade de não viver uma vida convencional. Ele diz a ela bem cedo em um telefonema que sempre seremos parecidos: “Você e eu sempre estaremos correndo atrás de perigo”. É possivelmente por isso que Webster se tornou médico e por que ele quer ficar em Paris, porque existem algumas pessoas que realmente correm o risco. Ele recebe isso de Nancy, dessa mulher misteriosa que entrou e saiu de sua vida tantas vezes.

BBC: A música será um grande aspecto ao decorrer da série. Você já ouviu alguma música da época?

Brian: É muito importante para mim montar uma lista de músicas do Spotify que sejam descritivas do personagem ou evocativas da época ou músicas que eu acho que o personagem realmente adoraria.

Há algumas peças que realmente falam comigo. Há a sonata para violoncelo de Rachmaninoff. É esta bela gravação com Yo-Yo Ma e Emanuel Axe. O violoncelo e o piano me lembram Albert e Webster. É algo que eu ouço algumas vezes, se eu precisar pegar imediatamente uma emoção em uma cena. Isso alimenta seus sentimentos um pelo outro. É algo que você não consegue entender com palavras, mas a música consegue. Há uma música, Cavalleria Rusticana, que para mim parece o relacionamento de Webster com Paris. É apenas uma música arrebatadora, quase brega, mas tem a sensação de estar livre e de ter todo o corpo vivo e formigando. Eu acho que é assim que Webster se sente com Albert e morando em Paris.

BBC: Existe alguma relação sua com Webster de alguma forma?

Brian: Absolutamente sim. Eu cresci nos subúrbios do Texas durante a era de Ronald Reagan, então, de uma maneira estranha, entendo como é crescer e ser diferente, não se encaixar em uma cultura. Isso sempre foi algo que eu amei e entendi sobre o Webster. Você ama sua casa de uma maneira que é difícil de descrever, mas eu sempre senti que precisava fugir e viajar e aqui estou eu – trabalhando em Praga e Manchester, vivendo na Europa e escapando de uma América que começa a transparecer menos e menos de como qualquer América que eu conheço nos últimos 10 anos.

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BBC: Você pode descrever a aparência de Webster?

Brian: O fantástico de Nic, nosso estilista, é que você não pode chamá-lo de fantasia; ele te dá roupas para vestir. Lembro-me de que ele me enviou um e-mail bem antes de filmar, explicando seus pensamentos sobre Webster e que ele pensava que Webster praticaria esportes quando era jovem ou tentava praticar esportes como uma maneira de se encaixar. Nic tinha essa imagem dele sendo um atleta e vestindo roupas de muito bom gosto.

Dinheiro não é um problema para Webster, e Nic via Webster como um atleta estiloso do final dos anos 1930. Ali mesmo, Nic me deu 70% dos intangíveis para o personagem que eu nunca teria conseguido sozinho. O melhor de uma produção como essa é que você está lidando com designers que o tornam um ator melhor. Essa é uma ideia que eu não poderia ter descoberto por conta própria ou provavelmente levaria muito tempo para chegar.

Who Is Brian J. Smith? 'World On Fire's Webster Feels A Real ...

BBC: Você teve que fazer alguma pesquisa sua? Isso é algo que você faz como ator ou está tudo no roteiro?

Brian: Em termos de pesquisa, é um conglomerado de muitas coisas. Para mim, uma das alegrias de ser ator, especialmente durante o período, é realmente tentar mergulhar nele. Encontrei um livro realmente bom chamado Americans In Paris, sobre os americanos que escolheram ficar em Paris quando os nazistas chegaram – acredito que o número deles era de cerca de 2.000.

Eu posso estar entendendo isso completamente errado, mas me disseram que havia cerca de 180.000 americanos antes da chegada dos nazistas. Dois mil ficaram para trabalhar no hospital e na embaixada. Os afro-americanos preferiram especialmente ficar em Paris, mesmo sob controle nazista, do que ter que voltar para os Estados Unidos e lidar com os abusos raciais com os quais tiveram que lidar naquele período de tempo. Eles nem eram cidadãos de segunda classe naquele momento. Em Paris, eles descobriram que eram tratados como seres humanos. Lendo sobre o hospital americano, o que exatamente eles fizeram e quem eram essas pessoas. Que geração incrível de pessoas. Eles eram tão corajosos e resistiram da maneira que podiam e realmente resistiram.

BBC: Isso fez você se interessar ou pensar em seu próprio histórico familiar para a guerra?

Brian: Meu grande bisavô (o pai da mãe de meu pai) estava na Marinha no Pacífico na Segunda Guerra Mundial. Na verdade, ele era boxeador e acho que venceu o campeonato de boxe da Marinha. Ainda temos a fivela em algum lugar da minha família. Até onde eu sei, minha árvore genealógica faz coisas realmente estranhas na Segunda Guerra Mundial, mas ele é o único que eu conheço que lutou na guerra. Na verdade, eu tenho que ler algumas cartas que minha avó ainda tem que ele escreveu para sua esposa e filhos quando ele estava no exterior, e é fascinante saber que sua família fez parte dessa guerra.

 

FONTE;

 

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