O ator mais conhecido por atuar na série Sense8 da Netflix, Brian J. Smith está na cidade de Positano na Itália gravando a segunda temporada da série.

Brian foi visto pelo o centro da cidade hoje cedo e algumas fãs sortudas tiraram algumas fotos com ele. E também ele foi visto por um Brasileiro com o seu co-star da série, Max Riemelt no Hotel onde estão hospedados. Confiram em nossa galeria:

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E o elenco de Sense8 foram fotografados hoje nas águas Italianas, confiram em nossa galeria:

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Aproveitando o embalo das notícias hoje foi publicada uma foto com o Brian J. Smith com a equipe de Sense8 conhecendo os familiares da sua co-star Tina Desai na Índia na semana passada. Também confiram em nossa galeria algumas fotos do Brian em Mumbai na Índia com os seus outros co-stares da série, enquanto gravava a segunda temporada de Sense8.

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E hoje 06.04 foi aniversário do co-star do Brian, Miguel Ángel Silvestre e o ator publicou em seu Instagram um vídeo onde o Brian parece parabenizando o seu colega de trabalho. Vejam o vídeo a seguir.

 

Vejam a equipe da série Sense8 reunidos num jantar agora a noite na Itália.

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ATUALIZAÇÃO – 18/04/2016 

Brian J. Smith ficou quase 2 semanas só gravando a segunda temporada de Sense8 na Itália e contudo foram divulgadas nas redes sociais, muitas fotos de fãs com o ator. Confiram em nossa galeria todas as imagens concedidas por fãs ao BJSBR, enquanto ele esteve na Itália.

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Confiram também algumas fotos em HQ do elenco de Sense8 nos bastidores de gravações da série, numa praia Italiana no último dia 06.

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RELATO DE FÃS

“Ele é honestamente o ator mais gentil que eu já tive o prazer de conhecer e se eu pudesse, eu iria encontrá-lo mais mil vezes.”

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“O Brian foi muito, mas muito gentil e ele parou para tirar fotos e ele disse: “Vocês querem tirar fotos? Eu estou suado e fedido!” Ele é incrivelmente encantador. Ele é maravilhoso!”

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“Ele foi muito atencioso não só comigo, mas com todos os outros fãs que conversava com ele e tirava fotos também. Ele é demais!”

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“Ele é o ator do elenco mais gentil e mais encantador. Ele vai longe.”

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Confiram as últimas fotos do Brian na Itália em nossa galeria.

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Nossa galeria está com mais de 4 mil fotos do Brian J. Smith, fiquem a vontade e visitem a maior galeria do ator no mundo atualmente online. E também visitem a nossa Media Center.

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No dia 14 de março, Brian foi fotografado com seus colegas de elenco e também com a produção de Sense8 em Berlin. A leitura dos roteiros da segunda temporada da série começaram em janeiro e já foi confirmado que São Paulo teria uma das locações da nova temporada da série de sucesso da Netflix!

Confiram em nossa galeria, TODAS as imagens do Brian junto com elenco em Berlin.

Em entrevista Brian J. Smith e Jamie Clayton revelam o significado dos nomes de seus respectivos personagens da série Sense8. Confira a entrevista transcrita pelo o Sense8 Brasil.

Em uma entrevista ao site americano Nuke the FridgeBrian J. Smith (Will Gorski) e Jamie Clayton (que interpreta Nomi Marks) revelaram que os nomes dos personagens não são aleatórios e que possuem um significado.

Jamie Clayton: […] Eu não vou revelar a história toda, mas vou dizer que é “know me” *.
Eu me conheço? Você me conhece? Lana [uma das criadoras da série] teve essa ideia incrível sobre [um nome relacionado a alguém que] conhece seus limites pessoais e o quão longe pode ir. […]

*Um trocadilho em inglês com a expressão “know me” – que significa me conhecer – porque possui pronúncia semelhante ao nome Nomi. Inclusive, isso pode ser uma das razões pela qual a atriz levantou a seguinte tag no twitter: #YouDontEvenNomi

Brian J. Smith: Eu adoro esses jogos com nomes. […] Eles [os criadores da série] escolheram os nomes, até mesmo Will. Toda a ideia de Will Gorski, é a ideia de alguém que tem esse desejo de agir e fazer [as coisas] e não apenas [assisti-las] serem feitas. […]
Outro trocadilho, pois a palavra will em inglês pode significar tanto desejo e determinação quanto um verbo que expressa o futuro.

Brian também revela que já fez treinamento policial para interpretar Will e que descobriu que havia sido indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante Em Uma Peça do Tony Awards durante o treinamento.

“Eu voei para Chicago. Lana, Andy [os irmãos Wachowski] e eu participamos de uma perseguição policial. […] Na verdade, Andy realmente foi. Lana ficou para trás para falar com os policiais na delegacia. […] [Andy e eu] estávamos literalmente comprando café e donuts em algum lugar. Isso foi quando estavam saindo as indicações ao Tony Awards e eu tinha acabado de fazer essa peça [The Glass Menagerie, Algemas de Cristal em português]. […] Então, estamos correndo na parte de trás do carro [policial] […] a cerca de 113km por hora no trânsito e eu estou no telefone com o meu agente e descubro que tenho uma indicação no Tony Awards. Foi muito, muito, muito surreal. […] Foi ótimo para mim porque estávamos filmando a maioria das coisas em Chicago. […] Você vai ver conforme a série progride, [que] eles estão realmente interessados na relação entre a polícia e as comunidades as quais serve. […]”

Em uma pergunta mais pessoal (“O que o show lhes ensinou sobre interconectividade?”), os atores revelam que admiram essa mensagem que a série passa, de que mesmo diferentes ainda estamos conectados.

Jamie: […] Eu amo a natureza humana do show. Estamos todos conectados, quer gostemos ou não. Somos todos seres humanos. […] Os mesmo órgãos, o mesmo sangue, o mesmo tudo. E a maneira como o show mostra essas pessoas ao redor do mundo e como estão conectadas. […] Eu amo isso de ajudar um ao outro e a bondade humana [presente] nisso. Não importa de onde somos ou quem conhecemos ou quem amamos. Estamos todos conectados.
Brian: E essa ideia de diferença e separação [entre as pessoas] parece ser um grande problema no mundo de hoje, mesmo que estejamos em teoria tão conectados eletronicamente, ainda se sente isso um pouco […]. Há muita desconfiança com outras culturas e até mesmo a capacidade de desumanizá-las. […] Os Wachowski estão tentando dizer [que], como [uma] família humana, como você pode sentar e assistir alguém próximo sofrer e não sentir como se estivesse acontecendo com você? […]

Quando questionados em quais das nove localizações (não são cenários, a série realmente foi filmada em todos os locais citados!) Brian e Jamie comentaram que não todos os atores que estiveram em todos os lugares e que na maioria das filmagens eles estiveram separados em grupos ou sozinhos.

Jamie: Eu estive em sete das nove localizações. […] Eu não fui nem Nairobi e nem na Índia. Eu sei, eu sei. Depois de assistir os primeiro quatro episódios, nós [provavelmente ela e Brian] estávamos falando no telefone e eu queria [ter ido] em mais [lugares]. É incrível.
Brian: Nove. Eu fui em todas as nove. […] Eu sei, deveria existir uma camiseta com nove estrelas. […] É uma verdadeira aventura, é incrível.

E depois completaram, quando questionados sobre em quantas cidades eles estiveram juntos:

Brian: Se você está gravando em sua própria cidade, eu por exemplo fiz a maioria do trabalho em Chicago e Irlanda, as cidades em que mais apareci. Então, qualquer outro lugar que você vai, como em São Francisco, eu tive um pouco de tempo sobrando então tive que sair, ver os pontos turísticos e passear pela cidade. Como eu, Miguel [Lito] e Tuppence [Riley], éramos uma espécie de trio.
Jamie: [O elenco] estava junto pelas primeiras duas semanas em São Francisco. Fizemos leituras em mesa, ensaios, testes de filmagem e coisas do tipo, portanto, estávamos todos juntos. Me lembro do dia em que nos encontramos pela primeira vez, “Eu sou fulano e eu sou cicrano”. […] E de repente fomos separados uns dos outros, todo mundo estava voltando para suas respectivas cidades. Depois, fomos nos reencontrando de novo separadamente, mas não estivemos todos juntos de novo até [a gravação dos últimos episódios na] Irlanda. […] Foi incrível.

FONTE;

 

Confiram em nossa galeria, TUDO sobre a série Sense8.

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Na madrugada de domingo (20/12) o Brian nos deu RT e nos respondeu, nos elogiando, tem como não ficar feliz com isto? Estamos realizados e imensamente felizes. Confira a tweet clicando a baixo!

@BrianJSBrasil you guys are so sweet!! ?

Desde a Primavera do semestre chegou ao fim para o meio da queda do semestre deste ano, a Universidade de Ohio Assistant Professor Film Rafal Sokolowski tem vindo a trabalhar bem dentro do mundo áspero e duro de motoristas de caminhão de reboque e produção cinematográfica independente. Sokolowski recentemente cobriu fotografia principal para 22 Chaser, um drama sobre um motorista de caminhão de reboque desesperado que arrisca tudo para se tornar um caçador de acidente enquanto está tentando juntar sua família quebrada. Este é o filme de “22 Chaser” a ser desenvolvido e financiado para a produção em Funções de CFC. As filmagens ocorreram em Toronto, Canadá.

“Desde a minha saída para Toronto no início de maio, eu estava trabalhando muito bem todos os dias com Jeremy Boxen, o escritor”, diz Sokolowski. “Jeremy tem sido muito mente aberta a minha entrada e minhas idéias – foi muito refrescante para ver como um escritor confiante funciona de forma rápida e eficiente transformar e fortalecer a história – este era o seu ‘baby’ – mas ele estava realmente confiante e aberto a mudanças. Isso nos permitiu dar passos corajosos e desenvolver a história em um grande ritmo. Esta liberdade criativa foi uma das alegrias de colaborar com ele no desenvolvimento do roteiro de filmagem, e no final produziu um grande projeto para o filme. ” Afirma, Rafael Sokolowski. Trazendo a história para a vida foi uma oportunidade para Sokolowski para enfrentar elementos de produção muito mais desafiadores. Uma vez que a história se passa dentro do competitivo mundo dos motoristas e caçadores de caminhão de reboque, produção chamados para a tecnologia high-end, grande elenco, as filmagens com várias câmeras, uma frota de caminhões de reboque e outros veículos de imagens e cenas de ação sofisticados a fim de capturar as mais emocionantes perseguições de carros e acidentes que foram todos parte do mundo da história.

Apesar dos elementos de ação fisicamente atraentes do filme, Sokolowski hesita em classificá-lo como um filme de ação. A história é um estudo de caráter íntimo de Ben (Brian J. Smith), um novo pai, que é empurrado para este mundo orientado a testosterona, a fim de cuidar de sua esposa e filho. O que atraiu Sokolowski a história de Ben foi o elemento humano do script que está situado no coração dele. “Ele captura um momento marcante em sua vida quando ele comercializa seus valores pessoais para o sucesso financeiro e estabilidade para sua família”, diz Sokolowski. “Tematicamente, ela fala sobre a crise da masculinidade no mundo moderno. Quem não pode se relacionar com isso? Eu certamente poderia. Foi o meu ponto de entrada pessoal para a história “, “A dinâmica da família dentro da história, o jovem casal que veio para Toronto a partir de uma pequena cidade em Ontário, afim de tentar cuidar de seu filho pequeno e tomar decisões estúpidas ao longo do caminho, é totalmente muito naturalista”, diz Sokolowski. “Eu tratei desse jeito e é filmado com estes longos, tiros único, com a fotografia muito íntimo. A atuação captura intimidade entre esses personagens. É muito diferente do mundo dos caçadores que cercam Ben fora da sua esfera familiar, que se sente estilisticamente quase como um filme diferente: corajoso e vulgar – esta foi a minha idéia de projetar o atrito entre seus dois mundos que são drasticamente oposta e para ‘pedir’ Ben para negociar o mundo áspero e violento de perseguir acidentes com o mundo frágil e privado em casa.” O saldo de adrenalina com um concurso de olhar para as relações familiares permitido Sokolowski de Ben para criar uma história híbrida, que marca uma mudança significativa de seu trabalho anterior, que tem ecos do drama humano e neo-neo-realismo.

“Eu vi um potencial para mim para espalhar as asas nesse novo território e ganhar uma fantástica, nova experiência de aprendizagem de trabalhar com elementos de filme de ação. Eu vi uma oportunidade para preservar o tipo de história humana que eu amo e sei como dizer, ao mesmo tempo colocando em uma completamente nova pele em cima, e criando um híbrido emocionante. “, Diz Sokolowski. O ambiente da história é construída sobre masculinidade e tenacidade. Sokolowski e a equipe criativa por trás do filme priorizados autenticidade, a fim de contar, uma história tão corajoso naturalista. Sokolowski lembra pesquisando o mundo desses motoristas de caminhão de reboque e caçadores que lutaram para proteger o território ao longo das estradas que estatisticamente teve o maior número de acidentes. “É um mundo intenso”, diz Sokolowski. “Eles são como aves de rapina, eles são como catadores, constantemente cruzando as estradas, na esperança de uma desgraça humana. Uma vez que ouvem sobre os scanners que há um acidente em algum lugar, eles mudam de marcha e eles se tornam estes, caçadores irresponsáveis loucos que quebram leis para ser o primeiro na cena para içar o carro. Passei algumas noites cruzando as rodovias com caçadores reais – é intenso para chegar ao local de um acidente horrível real, onde vidas reais estão quebradas, ou terminou -. A pesquisa para um filme rapidamente se transforma em uma experiência de vida real.”

Sokolowski fala sobre Brian J. Smith

Sokolowski passou um longo tempo trabalhando com o Casting LA Tineka Becker revendo suas listas e assistindo demo bobinas tentando lançar Ben, o personagem principal. Quando ele viu o trabalho de Brian J. Smith, Sokolowski soube imediatamente que ele tinha encontrado.

Colocar o Brian no cast foi realmente a melhor decisão de elenco que eu fiz na minha carreira, as mãos para baixo”, diz Sokolowski. “Há algo sobre ele que é tão inocente e tão transparente – ele é absolutamente aberto e disponível para a câmera” ver e capturar “o que se passa dentro de sua mente e alma. Então eu achei que ele tem formação teatral e de fato ganhou o prêmio Tony por seu papel como o Cavalheiro em The Glass Menagerie e é um graduado da Julliard. Eu comecei a ver mais coisas dele e só me dei conta, ‘esse é o cara, esse é o cara’… No primeiro dia, ele tem um forte senso de caráter tal que ele e eu deixei cair a conversa caráter quase inteiramente . Sempre que ele iria sair, ele seria o Ben que eu queria que ele fosse. Só ele conseguiu. Era estranho, era como ele vivia na minha cabeça e ele realmente entendia como eu queria, o jeito do Ben de pensar e sentir, e operar. ” Afirma, Sokolowski que credita no desempenho de Brian J. Smith, não só para a sua formação, mas a sua ética de trabalho.

Brian quase nunca deixava o set. Ele não é o tipo de cara que, durante a sua pausa, volta para seu trailer e relaxa. Ele iria sair com a tripulação, muitas vezes em seu caminhão de reboque de ouvir música, ponderando a cena que estávamos prestes a atirar. Uma vez estávamos prontos com iluminação para o próximo set-up, ele estaria lá pronto para ir. Ele disse, ‘Eu quero respirar este conjunto‘.”

Brian J. Smith e Sokolowski foram capazes de se conectar profundamente sobre suas origens no teatro e agir. Sokolowski diz que seu estilo de direção prioriza hands-on ensaios com os performers e que isto provou ser benéfico para todo o elenco de atores. Sokolowski antecipa que o filme vai estar em pós-produção até a primavera de 2016. O filme apresenta Direção de Fotografia de Cabot McNenly, design de produção por Adam William Wilson, figurino por Bonnie Sutherland, e edição por Kye Meechan.  22 Chaser é produzido através do programa de Recursos de CFC do Canadian Film Centre. Desenvolvimento em Recursos CFC é apoiado pelo Governo de Ontário, e apoio à produção e ao financiamento é suportado pelo The Movie Network, uma divisão da Sino Media, e da Corus Entertainment Movie Central.

Transcrição por: Brian J. Smith Brasil

FONTE;

Brian J. Smith esteve na nova série de sucesso da ABC, “Quantico” e ele esteve num papel que não durou muito e logo ele se matou no primeiro episódio de “Quantico.” Ele fez isso para um amigo. “Quantico” do produtor Josh Saffron perguntou a Smith, que interpretou o chef Max Harding na série “Gossip Girl“, para desempenhar o papel de Eric Packer estagiário da FBI no piloto da série que estreou dia 27 de Outubro de 2015.

“Eu era como, ‘Hey, certeza. Um mormon no treinamento do FBI que tem um segredo muito escuro?’ Isso tem me escrito tudo sobre ele”, Brian J. Smith disse no início deste ano.

O piloto foi filmado em abril, em Atlanta. No primeiro episódio da série, o personagem de Brian J. Smith e seus companheiros recrutas foram responsáveis de aprender algo privado sobre os outros. Eric estava com tanto medo que seu companheiro de quarto Caleb Haas (Graham Rogers) iria expor seu caso com uma garota menor de idade, enquanto ele era um missionário na África.

Há muita coisa acontecendo com aquela criança e há algo sobre sua luta que me senti muito pessoal para mim também“, disse Brian, referindo como um outro papel pessoal, como policial de Chicago, Will Gorski em NetflixSense8,” era para ele.

Embora o tempo de Brian J. Smith sobre a série foi fugaz, o elenco e a equipe tratando como se ele fosse um membro do elenco regular. Ele tinha um grande momento, afirma ele. E que todos da equipe da série lhe tratou muito bem e amaram a sua perfomance no piloto na série.

Foi realmente um grande grupo de pessoas e eu estou tão, tão incrivelmente feliz e orgulhoso de que essa série funcionou“, afirma ele.

Brian J. Smith pode ser visto com o FBI sobre “Quantico“, mas os espectadores ainda podem vê-lo em “Sense8,” dos irmãos Wachowski e J. Michael Straczynski. Primeira temporada atualmente é streaming no Netflix e foi renovada para a sua segunda temporada.

Brian disse que trabalhar em “Sense8” e no piloto de “Quantico” foram experiências completamente diferentes.

Para ir de ‘Sense8‘ onde nós mal usamos maquiagem, eles eram como, ‘Não, não quero ver maquiagem, queremos ver o que a pele das pessoas parece‘”, disse ele, “para isso realmente bem calibrado, mostra calculado que é projetado para ser bem sucedido foi um pouco desconcertante no início.” afirmou Brian J. Smith.

Transcrição por: Brian J. Smith Brasil 

 

FONTE

Brian J. Smith é cotado para o filme ”The Passing Season”, de Whit Stillman ‘Metropolitan’ para o 25º aniversário do filme.

Tony nomeou Brian J. Smith, agora uma das estrelas da série original da Netflix Sense8, assinou um contrato para estrelar “The Passing Season”, é o drama indie do diretor Gabriel Long. Rebecca Atwood está produzindo as filmagens, que começa a ser filmado esta semana em Rhode Island. No script por Long e Matthew Lee-Erlbach. Brian J. Smith vai ser um jogador profissional de hóquei cuja carreira vem a um fim abrupto. Ele retorna à sua cidade natal, reconecta com um grupo de amigos da escola, e tenta escapar em um tempo anterior, mais simples que em sua vida. Patrick Murney (moral pública), Gayle Rankin (Cabaret da Broadway), Elizabeth Alderfer (esposa Good) e Nick Choksi (Happyish) co-estrela. 

Uma sipnose maior sobre o filme

Aos 28 anos, a carreira profissional de hóquei vem a um fim súbito. Ele retorna à sua cidade natal e reconecta com um grupo de amigos que nunca deixou rural Rhode Island. Pegando onde parou após o colegial, ele tenta deixar sua carreira falhou trás e voltar para um mais fácil, momento mais emocionante de sua vida. Mas recapturar juventude acaba por ser mais complicado do que ele imaginava, e ele acha que o mais difícil ele persegue aventura e escape, mais eles iludi-lo. Sua jornada toca em questões de masculinidade, confiança e identidade como eles jogam fora através da amizade, romance, e o desejo de ser outra pessoa, uma nova pessoa. 

Brian J. Smith ganhou a sua nominação no Tony Awards por trabalhar ao lado de Cherry Jones, Zachary Quinto e Celia Keenan-Bolger no revival de The Glass Menagerie em 2013. Ele é representado pela inovadora Sanders Armstrong Caserta.

Rialto Pictures vai relançar filme de estréia do roteirista e diretor Whit Stillman Metropolitan em Agosto, em forma de honrar o 25º aniversário do filme.

As filmagens terminaram no final do segundo semestre de 2015.

Confira todas as fotos já liberadas sobre o filme em nossa galeria, clicando nas miniaturas abaixo.

Site oficial do filme;

FONTE;

Brian J. Smith ganha indicação com ‘The Glass Menagerie’ ao Tony Awards 2014

BEVERLY HILLS – Graças à série Netflix “Sense8“, Brian J. Smith aprendeu sobre sua indicação ao Tony no ano passado de uma maneira real de vida que era tão dramático como o seu papel na Broadway. Ele estava filmando a primeira temporada de “Sense8”, uma série sobrenatural com um elemento de crime forte, quando as nomeações foram anunciadas. Naquele dia, ele disse a críticos de TV aqui, ele estava em um carro de polícia com dois policiais de Chicago, pesquisando como real trabalho policial vai para baixo. “Foi um passeio, juntamente com dois policiais à paisana da polícia local”, afirmou ele, “era muito, muito louco. Eu descobri que eu estava nomeado para um Tony enquanto estávamos no banco de trás do carro, perseguindo um criminoso.”  Afirma o ator.  “O dia mais bizarro da minha vida. Eu estava usando um colete à prova de balas e tudo. Isto estava louco. ” afirma Brian J. Smith.

Mas o Tony Awards de Brian J. Smith, a sua nomeação era pelo o papel de Jim O’Connor no revival de “The Glass Menagerie“. Mas ele não ganhou infelizmente o prêmio.

FONTE;

Brian J. Smith concede entrevista exclusiva a Collider, ele fala sobre sua carreira, sobre Sense8 e sobre muita coisa boa, confira a seguir.

Das mentes de Lana e Andy Wachowski e J. Michael Straczynski vem aí 12 episódios, da mais nova série da Netflix alucinante chamada Sense8Sense8 é uma série de cerca de oito pessoas conectadas em todo o mundo que, depois de experimentar uma visão violenta, é capaz de ver, sentir, ouvir e falar uns com os outros, como se eles estão em o mesmo lugar. Enquanto eles estão sendo caçados por uma organização que está a fim de fazer-lhes mal, estes oito indivíduos de origens muito diferentes devem se adaptar rapidamente a esta nova capacidade e para o outro, e descobrir o que tudo isso significa para o futuro da humanidade.

No dia de imprensa da série que explora a identidade, a conectividade e a humanidade, o ator Brian J. Smith (que interpreta um policial de Chicago chamado Will Gorski) falou ao Collider para esta entrevista exclusiva sobre o que o atraiu para este projeto muito ambicioso, como o primeiro alguns scripts acabou sendo bastante diferente do que eles finalmente tinham, por isso que tudo sobre este show parecia impossível de alcançar, o que faz as pessoas querem dar esse salto de fé com os Wachowski, como é trabalhar com os cineastas, sua personagem de jornada, e confiando que tudo vai se reunir e fazer sentido, até o final da temporada.

Collider: Como você chegou a isso, e você sabia muito do que tudo isso viria a ser?

Brian J. Smith: Eu tenho o primeiro par de scripts, os quais foram bastante diferente do que nós acabamos de filmar. O conceito era sempre lá, mas a estrutura mudou muito. Eu estava fazendo um jogo, no momento, e eu conheci Carmen Cuba, que é a diretora de elenco para isso. Ela era, na verdade, na noite deste jogo de abertura, e nós de volta a estrada para partir depois na mesma van. Ela disse: “Eu não sei, eu tenho essa coisa chegando e você pode estar certo.” Então, eu arrumei uma audição, e, em seguida, a próxima coisa que eu sabia, eu estava fora em Chicago reunião os Wachowski. Acabou de acontecer. Estou muito, muito orgulhoso dele, e realmente animado.

Collider: Foi difícil, em seguida, passar para o próximo papel, depois disso?

Brian J. Smith: Eu apenas fiz um papel de um episódio em um piloto, e nós filmamos em Atlanta. Foi uma ótima experiência. Você está sempre tão feliz apenas para trabalhar. Mas, não há realmente nada como viajar ao redor do mundo, e trabalhar com os Wachowski e Joe [Straczynski], e trabalhando em material que está fazendo essas grandes questões. E todos os dias no set, ela se sentiu tão significativa. Realmente sentiu como nós estávamos tentando fazer algo diferente e importante, que ninguém nunca tinha feito antes, em cada nível. A logística deste é insano. Você não deveria fazer uma série de televisão que ocorre em nove cidades, em todo o globo. Todo mundo vai dizer-lhe que isso é reversível. A idéia foi agradável, e é isso que os Wachowski amaram. Se você lhes disser que não, eles são como, “Assista.”

Collider: O que você diria para as pessoas que querem saber se devem ou não assistir Sense8?

Brian J. Smith: Esperançosamente, é uma daquelas coisas que o mundo é envolvente o suficiente para que você deseja manter e que vai voltar. A idéia, pelo menos para os primeiros quatro ou cinco episódios, é sobre como manter o público como off-balance como os personagens são, o que é um risco. Como contadores de histórias, nós tendemos a querer forçar tudo e ter todo mundo entendendento isso, de imediato, e nós pirararíamos se não o fizerem. Quando você tem 12 horas de contação de histórias, a coisa legal sobre isso é que você começa a realmente deixar as pessoas com pontos de interrogação, mas espero que desejam voltar. Especialmente nos primeiros episódios, todo o fenômeno sensorial que está acontecendo com eles é rolada lentamente para fora. Eles ainda estão lidando com o seu lixo vida, a cima de lidar com isso é muito assustador, o que é muito estranho que está acontecendo com eles. Nunca foi sobre fazer um show que era um conceito sci-fi, onde a coisa toda é sobre a observação de pessoas mudar e mudar, e para trás. Era sempre sobre essas pessoas diferentes, nessas diferentes cidades, que estão vivendo nessas diferentes culturas, que tratam de separação e tribalismo de maneiras muito diferentes. E então, tem que trazê-los juntos para os últimos seis episódios e ver o que acontece. É muito legal.

Collider: Quando você trabalha com os irmãos Wachowski, parece que você tem que tomar um pouco de um salto de fé, porque eles têm a foto maior em suas cabeças, mas eles não necessariamente compartilham isso com todo mundo. O que tem sobre eles que faz as pessoas ficarem dispostas a dar esse salto?

Brian J. Smith: Meu Deus, para mim, quando eu tinha 15 ou 16 anos, eu estava apenas começando a compreender as idéias e filmes e coisas assim. E então, você vai ver um filme como Matrix que absolutamente sopra sua mente. Não é apenas a tentar entretê-lo, mas ele também está tentando explorar algo sobre a natureza humana e fazer algumas perguntas realmente profundas.Ele pede que você, como um membro da audiência, para dar um salto de fé e acreditar neste conceito que há uma matriz e que nós realmente estamos colhendo. Para mim, ser capaz de trabalhar com as pessoas que estavam tão formativa em minhas experiências curso de filme, quando eu era adolescente, todo o caminho até através de Speed Racer e Cloud Atlas, que foi um filme difícil, mas um dos meus filmes favoritos , você tem uma certa quantidade de confiança emocional e artístico neles.

Collider: Como é realmente gostar de trabalhar com os irmãos Wachowski, como cineastas?

Brian J. Smith: Quando você trabalha com os irmãos Wachowski, não há tal coisa como um dia típico. Você tem que esperar o inesperado com eles. Eles nunca filmam uma cena do jeito que você acha que eles vão. Eles nunca bloqueam uma cena do jeito que você acha que eles vão. E até mesmo a própria cena muda completamente quando você aparece. Se você sempre esperar o inesperado com eles, você vai ficar bem. Você simplesmente não pode entrar com qualquer ideia preconcebida. Essa também é a chave para assistir [seu trabalho]. Você tem que relaxar um pouco e não vir com um monte de bagagem, porque você vai se divertir mais, se você deixar toda essa baboseira na porta. Basta entrar e apreciá-lo e tentar ficar imerso na história, e você terá algo fora dele. Para ter uma conversa entre o cineasta e o público, tem de haver alguém que está disposto a ouvir. A esperança é que as pessoas vão querer ouvir isso, e as pessoas vão estar interessado em obter a este passeio.

Collider: O que você pode dizer sobre o seu personagem e a jornada que ele leva? No momento em que chegar ao final desta temporada, teremos um senso de quem ele é?

Brian J. Smith: Sim. De certa forma, o crescimento de um personagem é um reflexo do crescimento de cada um dos personagens, porque eles estão tão intimamente ligados. Para Will, é uma viagem em direção a essa idéia do que realmente significa amar um ser humano, especialmente quando esse ser humano é outro reflexo de si mesmo. Ele está confrontado com esse tipo de empatia que é tão profundo e assustador e desafiador, e ele tem duas opções – ele pode fugir dele, ou ele pode abraçá-lo. Essa é a sua jornada, em direção ao final da temporada.

Collider: Será que vamos aprender sobre o porquê de algumas dessas pessoas pode, pelo menos inicialmente, parecem mais ligados do que outros?

Brian J. Smith: Sim, você faz. Está tudo explicado. Apenas confie em mim. Eu sei que, no início, você vai ficar como, “O que está acontecendo ?!” É como estar em uma montanha-russa. Você não sabe quando que a próxima curva está chegando. Você apenas tem que relaxar a mente um pouco, de uma forma grande, e confiar que tudo vai ser harmonizado, no final. É realmente tudo faz sentido. Esta é uma situação ridícula em que estão, e para vê-los lidar com ele é parte da alegria da série. Isso acontece muito mais frequentemente, como ele continua.

Transcrição por: Brian J. Smith Brasil

FONTE;

Sejam bem vindos ao Brian J. Smith Brasil, a sua única e melhor fonte sobre o ator norte americano Brian J. Smith, que está mundialmente famoso por estar atuando na série de sucesso da Netflix, Sense8 que estreou em 5 de Junho de 2015. Após longos meses planejando o site e construindo nós do BJSBR estaremos sempre atualizando o site com todas as informações, conteúdos e tudo sobre o Brian e tudo que envolva ele e muito mais. Agradecemos a todos que nos acompanharam e nos ajudaram até agora e esperamos que possamos cumprir nosso trabalho da melhor maneira possível! Muito obrigado pela sua visita e que você volte sempre que puder!

Atenciosamente,
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