Nesse último final de semana (6 e 7/1) Brian J. Smith esteve presente na Sense8Con FEmily, uma convenção de Sense8 em Roma, na Itália. Ela foi realizada pela Fantasy Events, empresa famosa no ramo das convenções que inclusive, já realizou vários eventos de outras séries na Europa, como de The Vampire Diaries, Teen Wolf, entre outras. Do elenco, estiveram presentes também Toby Onwumere, Max Riemelt, Michael X. Sommers e por fim Valeria Bilello como participação especial no domingo.

Nela, houveram diversos painéis de perguntas e respostas, sessões de autógrafos e fotos com os fãs. Em alguns momentos ele também foi presenteado com alguns presentes deles!

Segundo alguns dos fãs nas redes sociais, nos primeiros momentos da convenção foi lançado um novo trailer do especial de Sense8, que será lançado esse ano, com cenas inéditas. Porém, parece que proibiram a divulgação das imagens e da utilização dos aparelhos eletrônicos durante a apresentação do trailer, portanto seguimos ansiosos para o lançamento oficial dele. E que de acordo com os rumores deverá sair nas próximas semanas.

Nos painéis, Brian falou sobre diversos assuntos, como o começo de sua carreira, sobre gostar de ter uma relação com os fãs em que haja conversa e não apenas algo superficial, como tirar uma foto e sair, além de novidades sobre a série. O ator até citou que o novo especial de 2h pode não ser considerado um episódio final, deixando os fãs cheios de esperança para a possível existência de uma nova temporada.

Os participantes do evento também levaram os painéis para um lado mais descontraído, como quando perguntaram quem o Brian beijaria, casaria e mataria. As respostas foram respectivamente Max, Toby e Miguel. Questionaram também sobre o seu herói preferido entre o Capitão América e o Homem de Ferro e ele respondeu o Batman.

Os atores também mencionavam as orgias de Sense8 e de repente o Brian imitando a voz do personagem de Miguel Ángel Silvestre (Lito) falou: “foi especial” dando a todos uma pitada de humor no local. Alguém perguntou ao Brian o que ele pensava sobre Trump como presidente e ele disse: “Isto é um desastre, ele é um desastre. Sinto-me como sendo um americano que sabe como é constrangedor, vocês não ideia.”

Brian também citou a atriz Tuppence Middleton durante a convenção e disse que está com muitas saudades dela.

E por fim: recebemos autógrafos individuais do Brian para a nossa equipe. Durante uma das sessões de autógrafos, em que uma das nossas representantes comentou  sobre o nosso site, ele ficou imensamente feliz e realizado por saber que havia alguém nos representando. Contou que somos um verdadeiro cluster para ele e que ele vê tudo que fazemos por ele e Sense8. Disse também que se lembra de quando conheceu a nossa co-fundadora do site em dezembro de 2016 e de quando gravou vídeos para o nosso fundador e ainda ressaltou o quanto somos especiais para ele e o quanto é grato por nos ter.

Em breve iremos adicionar as imagens da convenção em nossa galeria. Mas por enquanto, confira algumas fotos nas nossas redes sociais:

A virada do ano está mais perto do que nunca e por isso, decidimos separar toda a trajetória do Brian e melhores momentos durante 2017 para já entrarmos no clima de retrospectiva e fim de ano.

Logo no começo não vamos esquecer que seu mais novo filme foi disponibilizado para a compra no iTunes a partir de 24 de janeiro. The Passing season, de produção independente, é protagonizado por Brian e conta a historia de um jogador de hockey profissional, Sam. Após seu retorno a sua cidade natal, ele revê seus amigos e fica cada vez mais longe de sua realidade na vida adulta. Infelizmente o filme não está disponível no iTunes brasil, mas se você tiver uma conta americana conseguirá fazer o download por $10.

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Precisamos lembrar também da longa estadia de Brian em Londres do começo ao meio do ano para a apresentação da peça The Glass Menagerie. Os espetáculos foram feitos no teatro Duke Of York’s em West End por um mês e sua abertura aconteceu no dia 2 de fevereiro. Brian já havia participado das apresentações da mesma peça, produzida por John Tiffany, em Nova York em 2013 e ficou muito animado quando foi chamado para continuar com o show em Londres. Nela, contracena com atores renomados como a famosa Cherry Jones.

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A antiga peça de Tennessee Williams tem seu enredo criado em 1944 e conta a historia de Amanda, que tem como objetivo arranjar um marido a sua filha Laura que sofre de um defeito físico na perna. A mãe sugere que seu outro filho convide um amigo para jantar e a partir daí Jimmy, personagem de Brian, entra em cena. Porém, no jantar ele alega já ser comprometido com outra moça. Com as apresentações inclusive, Brian conseguiu sua primeira indicação ao Olivier Awards, foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante nesse importante prêmio para o teatro profissional. Confira algumas fotos de The Glass Menagerie em nossa galeria:

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Na mesma época, Brian foi escalado para outra peça de Tennessee Williams, desta vez em cartaz durante o mês de junho no Chichester Festival Theatre. A trama da chamada Sweet Bird of Youth gira em torno de uma atriz que depois de ter lançado um filme de retorno que a envergonhou interpretado pela Marcia Gay Harden, que foge para o golfo do México para se esconder. Lá ela encontra o personagem interpretado por Brian, um jovem prostituto que está em busca de um significado a sua vida.

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Mas como nem tudo são boas notícias, agora mudando o assunto, também estamos aqui para falar sobre acontecimentos não tão agradáveis. Um pouco depois da estréia da segunda temporada da Sense8 em 5 de maio, a Netflix anunciou que ela seria cancelada sem um final digno aos fãs. Quem lembra de todas as hashtags no twitter e petições feitas pelo fandom? Mas para felicidade de todos, toda a comoção funcionou e exatamente um mês depois, foi anunciado a gravação de um episodio final de 2h para o encerramento da história. Confira algumas fotos das gravações:

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Após todo o contratempo, Brian seguiu mais uma vez em uma jornada para a gravação da série. Com isso, ele e o elenco voltaram para diversas cidades que já haviam estado juntos, além das outras novas. Primeiramente viajaram para Vancouver para promover a série na parada lgbtqi, depois em Chicago com a mesma finalidade e então passaram respectivamente pelos países europeus como: Berlim, França e Itália. O episódio ainda não tem data oficial de estreia, só sabemos que será no próximo ano. Atualmente, depois do encerramento das gravações Brian está de volta a sua casa em Nova York, após ter ido passar o natal com a sua família no Texas e esperamos que 2018 seja um ano muito próspero a ele e para todos. Feliz ano novo e um ótimo começo de ano para todos vocês.

Como todos sabemos, mesmo que seja muito triste, a jornada de Sense8 está chegando ao fim. A estréia do episódio final está marcada para o primeiro semestre de 2018 e terá um total de 2h de duração para ser possível o encarramento da história. As gravações já acabaram e para compensar os fãs brasileiros que passaram o primeiro ano sem nenhum membro do elenco no país para o evento, a equipe decidiu preparar uma surpresa.

Para quem não lembra, em 2015 compareceram na CCXP os atores: Jamie Clayton, Aml Ameen e Alfonso Herrera. Respectivamente os personagem Nomi Marks, Capheus e Hernando. Enquanto em 2016 desembarcaram no país Brian J. Smith ao lado dos atores Miguel A. Silvestre e Tina Desai. Respectivos atores que dão vida a Will Gorski, Lito Rodriguez e Kala. Sem contar em março do mesmo ano, que o elenco todo veio gravar algumas cenas para a segunda temporada. Confira as fotos aqui:

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Já nesse ano, ao final do painel de 3%, também da Netflix no sábado, penúltimo dia de CCXP, foi divulgado um vídeo para os sortudos que lá se encontravam e decidiram não deixar o auditório. Nele foram mostradas cenas dos bastidores desse último episódio, relatos dos atores, tudo em clima de despedida e até de homenagem aos fãs. Inclusive, Brian aparece em seu depoimento falando sobre seus fãs brasileiros. Em como eles são doidos, porém apaixonados e que nunca presenciou algo assim. Confira o trailer e as screencaptures em HD que adicionamos em nossa galeria:

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Depois de assistir podemos esperar um episódio com muita ação, união entre os sensates e até diversão. Em muitas imagens também vemos a beleza da produção em cada local que viajaram e toda a riqueza. Como os fogos de artificio na Torre Eiffel, que alguns fãs já postaram em contas do Instagram junto a outros spoilers. Mas só o que sabemos é da grande expectativas dos fãs e que esperamos e confiamos no final digno que a série tanto merecia.

TRAILER COM LEGENDA:

“Família cluster, como vocês sabem, estamos trabalhando/tentando dar a você uma conclusão da história de Sense8 no próximo ano. Estávamos quietos por aqui (como você sabe), apenas estávamos ocupados fazendo o possível para ficar perfeito para você.”

Pronunciamento da série via Twitter, confira a seguir a tweet:

Fã: Qual sua cena favorita da Segunda temporada?

A cena do Restaurante com Wolfgang e Lila.

Fã: Qual foi a cena mais difícil de gravar?

Todas foram mais desafiadoras esse ano. Emocionalmente, Técnicamente. Lana realmente testou nossos limites.

Fã: Você acha que o que aconteceu com o Wolfgang é justo? ele já não sofreu muito? :'(

Eu sei! Mas eu acho que ele consegue superar, mais do que todos.

Fã: Foi difícil para aguentar a transição de estar em um local e então precisar se conectar com outros sensates em outros lugares?

Teve muito mais disso esse ano, então nós enfrentamos alguns desafios de continuação. Foi como um quebra cabeça massivo. Mas recompensador.

Fã: Eu devo estudar para a minha prova ou me divertir e assistir a segunda temporada de Sense8?

Sou tendencioso. ?

Fã: Qual foi o seu lugar favorito?

Eu amo Amsterdã, Berlim (sempre) e BRASIL!

Fã: Como você pode descrever o sentimento entre Riley e Will?

Além da linguagem.

Fã: Qual foi cena mais difícil de gravar nessa temporada?

Aquela parte no final do episodio 9. Era um lugar obscuro para ir.

Fã: Quanto tempo levou para gravar toda a 2ª temporada?

Eu acho que foram 8 meses no total, algo assim.

Fã: Como foi o desenvolvimento do Will da 1ª temporada para a 2ª?

Ele perdeu tudo a não ser a Riley. Os sensates e o Diego são sua a única família. Lana quis explorar a perda de identidade.

Fã: Quem é o mais engraçado nas gravações? Te desejo muito amor diretamente da França.

Seria o Toby.

Fã: Você sente falta do elenco agora?

Eu sinto a falta deles terrivelmente. Nós temos uma ligação especial.

Fã: Teve alguma cena que você queria fazer parte mas não fez?

Qualquer cena com a Lila! E também com a Freema (Amanita) e o Afonso (Hernando).

Fã: Você sabe  para onde os personagens estão indo, em longo prazo?

Não faço ideia. Lana sabe. E ela não vaza segredos. Infelizmente haha.

BJSBR: Você já ouviu o álbum Joanne da Lady Gaga?, se sim qual sua musica favorita?

Eu sou mais a antiga Lady Gaga 🙂

Fã: Quando que vocês começam com a 3ª temporada? Eu não acho necessário perguntar se vai haver uma 3ª. É quase um fato.

Isso não seria ótimo?

Fã: Qual a coisa que você mais gosta no Will que você gostaria de ter?

A coragem dele. E sua habilidade com algemas.

Fã: Não acredito que vocês filmaram no Super Dawg!! Eu moro a 15 minutos de lá!! E ainda nunca comi lá…

Você deve ir! Eles são ótimos para trabalhar. E seus maltes são realmente ótimos.

Fã: Quantas temporadas você quer que Sense8 tenha? Eu pessoalmente queri umas 20! TE AMO

Eu poderia fazer essa série para sempre. Sério. Eu nunca quero que acabe.

Fã: Quem beija melhor? 😉 😉 😉 😉 Alias, você é maravilhoso.

Haha eu acho que tem um vídeo de São paulo para responder isso?

Fã: Quando você ouviu que foi escolhido para o Will, qual foi a sua reação?

“Eu vou trabalhar para as pessoas que inventaram o bullet time. Eu devo saber minhas falas!”

Fã: Você ouve alguma música para ficar preparado para as cenas emotivas?

Sim! Bach, Mahler, tecno, um pouco de Melissa Etherridge e de Rachmaninov.

BJSBR: Qual foi a cena mais divertida que você gravou?

A coisa com o Puck. Eu acho que você pode me ver quase quebrando em alguns momentos.

Fã: O que você ama sobre a Tuppence?

Ela é a melhor companheira de gravação. Aberta, generosa, preparada e ela sempre me faz um melhor ator.

Fã: Como foi gravar a cena do museu com o Lito como uma distração?

Haha sim, o Miguel não foi hilário?

 

Perguntas e respostas com a estrela de Sweet Bird of Youth.

Tempo para uma sessão de perguntas e respostas com estrelas da Chichester Festival Theatre’s da próxima produção Sweet Bird of Youth. Leia como Brian J. Smith, Marcia Gay Harden e o Diretor Jonathan Kent falam sobre personagens, aventura e o que faz CFT tão especial.

Brian J. Smith – Chance

ENTREVISTADOR: Você pode resumir em uma cena para nós quem o seu personagem é em Sweet Bird of Youth?

Brian J. Smith: Chance é um garoto sulista de uma cidade pequena, que é procurado por ser especial e que validação e apenas procurou por isso no lugar errado. Ele se perdeu e tem uma ultima chance, um desesperado esforço para se ver limpo de novo e encontrar redenção.

ENTREVISTADOR: Você acabou de sair da peça de Tennessee Williams em West End (The Glass Menagerie que foi transferido da Broadway) – isso é parte de uma tendência? Nós devemos esperar para ver você depois em Streetcar?

Brian J. Smith: Eu não sei, Provavelmente não. Está sendo um tremendo feliz acidente que terminou desse jeito e é muito maravilhoso – de gastar de 10.30 na manhã para 10 da noite imerso em Tennessee Williams é uma coisa muito especial, mas eu não espero que isso continue. Eu acho que atores sempre pensam que nós nunca vamos trabalhar de novo! Então, você tem que  aproveitar enquanto você está nisso e o que tiver que acontecer depois, aconteça.

ENTREVISTADOR: Como um americano fazendo a transição através do oceano, o que está sendo a coisa mais animadora em trabalhar tão longe?

Brian J. Smith: A audiência é incrível. As entradas são tão acessíveis aqui de um jeito que eles não são nos Estados Unidos – realmente se tornou luxúria ir ao teatro em Nova York. Aqui eu sinto que todos podem ir ao teatro e todos querem. Realmente parece um teatro de pessoas de um modo que nunca descobri nos Estados Unidos.

 

Marcia Gay Harden e Brian J. Smith voam ao Festival Chichester para SWEET BIRD OF YOUTH

Novo elenco para SWEET BIRD OF YOUTH é anunciado por Tennessee Williams, dirigido por Jonathan Kent, passa no Teatro Festival Chichester de 2 – 24 de junho, com uma noite de divulgação em 9 de junho.

A companhia é composta por dois atores americanos que atuam na tela e no palco: a recém ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, tem sua estreia no teatro do UK como Alexandra, e Brian J. Smith atua como Chance.

Junto a eles estão: Emma Amos, Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Graham Butler, Richard Cordery (como ‘Boss’ Finley), Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel TuiteEwart James Walters.

Sweet Bird of Youth se passa em 1956, em um hotel no Golfo do México. Alexandra del Lago, uma lenda de Hollywood, fugiu do ridículo que saudou a estréia de seu filme de volta. Desesperada por anonimato e esquecimento, ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar no Golfo do México. Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.

Possivelmente, em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano. Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Ganhadora do Academy e Tony Award, a atriz Marcia Gay Harden, que abraçou o trabalho em filmes e estúdios independentes, televisão e teatro, atua como Alexandra. Seus papéis em filmes incluem o artista Lee Krasner in Pollock, com que ganhou o Oscar por Supporting Actress e Celeste in Mystic River, no qual ela ganhou mais uma nomeação; Miller’s Crossing, The First Wives Club, Meet Joe Black, Mona Lisa Smile, The Hoax, Used People, Grandma, Into the Wild, American Gun, Fifty Shades of Grey and Fifty Shades Darker. Ela estrela no drama da CBS, Code Black, enquanto suas atuações anteriores incluiram The Courageous Heart of Irena Sendler eLaw and Order: SVU, e com os dois ganhou nomeações ao Emmy, e a critica e aclamada série da HBO The Newsroom.

Marcia Gay Harden fez sua estréia na Broadway com Tony Kushner’s Angels na América, e conseguiu sua nomeação ao Tony Award como Drama Desk e Theatre World awards. Ela ganhou o Tony award e o Outer Critics’ Circle Award por Melhor atriz em 2009 por Yasmina Reza’s God of Carnage, um papel que ela reprisou em Los Angeles em 2011 com o elenco original da Broadway.

Brian J. Smith, que interpreta Chance, ganhou a nomeação ao Tony por seu papel de Gentleman Caller na peça de Tennessee Williams, The Glass Menagerie, um papel que ele primeiro atuou na Broadway e agora está reprisando em West End em Londres. Seus trabalhos de tela incluem Trey no filme independente Hate Crime; Matthew Scott na série Stargate Universe; e Will Gorski na série da Netflix Sense8, em que a nova temporada estréia em maio.

O Diretor Jonathan Kent retorna a Chichester seguido de suas produções de enorme sucesso de Young Chekhov Trilogy (Evening Standard Award por Best Revival), Gypsy and Sweeney Todd (ambas que ganharam o Olivier Awards por Best Musical Revival) e Private Lives, todos pelos quais se transferiram para Londres. Ele diretor artistico convidado do Teatro Almeida de 1990 – 2002.

A produção vai ser feita por Anthony Ward, com a presença de Mark Henderson, a musica será com Debbie Wiseman, os sons por Paul Groothuis e video por Andrzej Goulding.

Eventos:

Conversa Pre-Show com Jonathan Kent
Quarta, 7 de junho, 17h45

Grátis, porém necessária reserva

Mais tarde com Kate e Marcia Gay Harden, quinta 15 de junho, pós-show. Marcia Gay Harden junto a Kate Mosse para falar sobre sua extraordinária carreira em filmes e o ganho do Tony Award pelo teatro. Grátis.

Conversa pós-show

Segunda, 19 de junho

Ficam depois da performance para fazer perguntas, conhecer os membros da companhia e descobrir mais. Grátis.

Sábado de Rascunhos Digitais 

15 de julho – Sábado, 12 de julho

Ouça uma série de pequenas e novas peças por meio de caixas de sons instaladas no teatro Festival Foyer. Usando temas de Sweet Bird of Youth como um estímulo, jovens dramaturgos irão trabalhar juntos para construir seus pequenos pedaços, em que serão gravados em um estilo de jogo de radio pelos membros do Teatro Festival Youth. Grátis.

Para ingressos e mais informações, contate bilheteria com 01243 781312 ou vá online em https://www.cft.org.uk/ . Entradas por £10. Para pessoas de 16 – 25 anos por £5.

 

MARCIA GAY HARDEN E BRIAN J. SMITH CONDUZEM A PEÇA SWEET BIRD OF YOUTH EM CHICHESTER

Todo o elenco foi nomeado para aparecer ao lado de Marcia Gay Harden e Brian J. Smith na peça de Tennessee Williams, Sweet Bird of Youth, dirigido por Jonathan Ken, que aparecerá no Chichester Festival Theatre em junho.

A companhia é composta por dois atores americanos que atuam na tela e no palco: a recém ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, tem sua estreia no teatro do UK como Alexandra, e Brian J. Smith atua como Chance.

Junto a eles estão: Emma Amos, Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Graham Butler, Richard Cordery (como ‘Boss’ Finley), Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel TuiteEwart James Walters.

Sweet Bird of Youth se passa em 1956, em um hotel no Golfo do México. Alexandra del Lago, uma lenda de Hollywood, fugiu do ridículo que saudou a estréia de seu filme de volta.

Desesperada por anonimato e esquecimento, ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar no Golfo do México.

Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.

Possivelmente, em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano.

Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Ganhadora do Academy e Tony Award, a atriz Marcia Gay Harden, que abraçou o trabalho em filmes e estúdios independentes, televisão e teatro, atua como Alexandra.

Seus papéis em filmes incluem o artista Lee Krasner in Pollock, com que ganhou o Oscar por Supporting Actress e Celeste in Mystic River, no qual ela ganhou mais uma nomeação.

Ela também apareceu em Miller’s Crossing, The First Wives Club, Meet Joe Black, Mona Lisa Smile, The Hoax, Used People, Grandma, Into the Wild, American Gun, Fifty Shades of Grey and Fifty Shades Darker.

Ela estrela no drama da CBS, Code Black, enquanto suas atuações anteriores incluiram The Courageous Heart of Irena Sendler eLaw and Order: SVU, e com os dois ganhou nomeações ao Emmy, e a critica e aclamada série da HBO The Newsroom.

Marcia Gay Harden fez sua estréia na Broadway com Tony Kushner’s Angels na América, e conseguiu sua nomeação ao Tony Award como Drama Desk e Theatre World awards.

Ela ganhou o Tony award e o Outer Critics’ Circle Award por Melhor atriz em 2009 por Yasmina Reza’s God of Carnage, um papel que ela reprisou em Los Angeles em 2011 com o elenco original da Broadway.

Brian J. Smith, que interpreta Chance, ganhou a nomeação ao Tony por seu papel de Gentleman Caller na peça de Tennessee Williams, The Glass Menagerie, um papel que ele primeiro atuou na Broadway e agora está reprisando em West End em Londres.

Seus trabalhos de tela incluem Trey no filme independente Hate Crime; Matthew Scott na série Stargate Universe; e Will Gorski na série da Netflix Sense8, em que a nova temporada estréia em maio.

Sweet Bird of Youth é sobre uma lenda de Hollywood, cujo filme de retorno é um desastre, então ela viaja sob um pseudônimo encontrando bebida e drogas em seu caminho.

“1956. Um hotel no golfo do México. Alexandra Del Lago (Marcia Gay Harden), uma lenda de hollywood, fugiu do ridículo que era receber a estreia de seu filme de volta. Desesperada por anonimato e esquecimento ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar.

Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.”

Em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams – um dos maiores escritores do século 20 – examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano.

Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Jonathan Kent volta para o teatro Chichester – ao sul de Londres – seguindo seu grande sucesso com Gypsy e the Young Chekhov Trilogy para dirigir essa negligenciada obra-prima, com um elenco de estrelas, liderado por dois dos maiores atores americanos de palco e de tela.

A celebrada ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, faz sua estreia no teatro como Alexandra.  Seus filmes incluem Miller’s Crossing, Pollock e Mystic River. Ela ganhou o Tony Award por God of Carnage. Brian J. Smith que atua como Chance na peça, ganhou sua nomeação ao Olivier Awards pela peça de Tennessee Williams The Glass Menagerie em West End em 2017. Ele também pode ser visto nas telas estrelando em Sense8, série da Netflix.

O elenco completo para o Sweet Bird of Youth de Tennessee Williams no Chichester Festival Theatre foi anunciado.

Se juntará com Marcia Gay Harden, que foi ganhadora de um Tony Awards e ao Brian J. Smith que foi nomeado ao Olivier Awards 2017 e ao Tony Awards 2014, os atores e atrizes Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel Tuite e Ewart James Walters.

A peça é dirigida por Jonathan Kent e estará em exibição a partir do dia 9 de junho.

Sweet Bird of Youth (Doce pássaro da Juventude para português) será exibido no Chichester Festival Theatre – ao sul de  Londres – nos dias 9 a 24 de Junho e começando as suas primeiras prévias no dia 2 de Junho.

 

 

Depois de ser indicado ao prêmio de melhor ator por seu papel na peça The Glass Menagerie, atualmente em cartaz em Londres. Brian J. Smith fala um pouco sobre seu trabalho, sua mais nova nomeação e apresenta curiosidades como seu primeiro salário e em como ele lhe ajudou, tudo para o portal cultural London Calling.

“Estar sendo assombrado pelo passado é algo que eu estou criativamente ligado” – Uma entrevista com Brian J. Smith

Fãs de ficção cientifica podem já estar familiarizados com o Texano Brian J. Smith. Ele tirou sua grande pausa do tenente Matthew Scott no drama militar de ficção cientifica Stargate Universe, e apareceu no aclamado drama da netflix a série Sense8 como Will Gorski, um policial assombrado por um passado difícil. Ele agora está focando seus esforços no palco, tendo acabado de ser indicado para um prêmio do Olivier Award por seu papel como The Gentleman Caller na adaptação de John Tiffany de The Glass Menagerie, que fez a transição de uma corrida de sucesso na Broadway para o teatro West End em Londres. Uma produção evocativa e visualmente rica, é uma fiel e ainda imaginativa interpretação da clássica e memorável peça de Tennessee William. nos conversamos com Brian sobre a produção, os papeis que inspiraram ele e a   surpreendente compra que ele fez com o seu primeiro salário de atuação.

London Calling: Você foi nomeado para o Olivier por sua primeira performance em The Glass Menagerie, o que parece muito animador! Como está sendo trabalhar nessa produção?

Brian J. Smith: Nós temos 7 nomeações pela peça, e todos nós fomos agradávelmente surpreendidos. É uma produção americana e uma peça americana, e você nunca sabe como isso vai ser recebido. É ótimo ver  o quão caloroso Londres tem sido em relação a nós e o show.

Tem estado dentro e fora da minha vida pelos últimos três anos agora. E eu ouvi que eles queriam levar para Londres e me perguntaram se eu queria ir. Foi engraçado porque eu não estive nos palcos por 3 anos entre o fechamento na Broadway e trazendo para cá. Nós todos fizemos um trabalho realmente bom em tentar manter fresco enquanto do jeito que sempre foi.

London Calling: Como você se preparou para o papel de The Gentlemen Caller?

Brian J. Smith: Eu lembro de ver um monte de fotografias e escutar musicas daquele tempo. Eu li muitos livros e biografias de Tennessee William e tentei descobrir onde exatamente ele estava quando escrevia isso.

E trabalhar com John Tiffany, que teve essa magia, ainda uma gentil e profunda conexão por fazer essa peça – ele foi responsável por fazer esses personagens criar vida. Eu não posso te falar o quão animador é toda noite subir naquele palco e “nadar ao redor desse suco” – as luzes, o set, o fato de ser uma memorável peça. Ele fez um tremendo de um bom trabalho em nos manter criativos e inspirados, e nos empurrar para realmente interessantes direções.

Ele me deixou trazer muito da minha própria estranheza para o papel também. Ele é esse jovem homem que tem que viver com tanto e tantas coisas diferentes, mas ultimamente ele está triste, neurótico e de alguma forma é um jovem homem quebrado. De algum jeito eu acho que a performance é uma das coisas mais estilizadas que eu já apresentei, mas de outro modo, a mais pessoal.

London Calling: Qual papel você acha que você mais aproveitou em toda a sua carreira?

Brian J. Smith: Uma grande foi Stargate Universe, um tempo atrás. Aquele foi meu primeiro grande trabalho, o primeiro em que eu pensei “Oh meu deus, alguém está me pagando para atuar” Eu posso pagar meu empréstimo estudantil e viver com um pouco de dignidade. A primeira coisa que fiz com aquele pagamento foi comprar um pacote de roupas de baixo e de meias porque todas as minhas tinham furos! Realmente me salvou de algum jeito. Em vários jeitos, foi o trabalho que mais teve significado para mim.

London Calling: Existe algum tipo de papel que você foi particularmente atraído?

Brian J. Smith: Eu acho que muda com o tempo. Teve um momento quando eu tinha 20 em que eu estava certamente interessado por papéis de militar. Eu tive alguns militares na família, e eu acho que talvez eu senti uma vergonha masculina por não ter ido por mim mesmo, invés de fazer o que qualquer homem sensível do Texas faria! Agora, estou um pouco interessado por papéis em que caras estão olhando para o passado de suas vidas, e começam a fazer um balanço de quem são. Eu acho que esse sentido de estar sendo assombrado pelo passado é algo que eu estou criativamente ligado, que certamente é o caso de The Glass Menagerie.

London Calling: Você está aproveitando passar todo esse tempo em Londres, o que você acha da cidade e existe alguma coisa que você particularmente gosta de fazer aqui?

Brian J. Smith: Você presta muita atenção na sua energia quando você está em uma peça, então eu tendo para manter isso bem simples. Eu fui colocado bem aqui em Covent Garden, e realmente eu gosto apenas de andar em torno das ruas com algum café e pessoas assistindo. Eu poderia apenas sentar do lado de fora da minha varanda o dia todo! Eu também entrei no techno quando estava filmando em Berlim, e eu amo Fabric, é o único lugar que eu posso encontrar o mesmo techno que eles tocam em Berlim.

 

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A Broadway Style Guide, portal de noticias online, liberou hoje (16/02) uma nova entrevista com Brian J. Smith em que o ator fala sobre sua peça que está atualmente em cartaz em Londres, The Glass Menagerie. Ele também participou de uma sessão de fotos que acompanhou a matéria e elas já se encontram na nossa galeria e você pode conferir aqui.

Brian J. Smith: Chamada de Londres

Para Brian J. Smith não tem nada como performar ao vivo. Ele tem estado nas telas da TV por um tempo na série de ficção da Netflix, Sense8, que foi pego para a segunda temporada e está emocionado de estar voltando aos palcos com The Glass Menagerie. Smith apareceu por último na Broadway em uma produçaõ de John Tiffany, ele esta voltando para a peça e produção e agora sua co-star de West End Cherry Jones. A peça está em cartaz no teatro Duke Of York em Londres. “É melhor do que sexo”, o ator fala sobre teatro ao vivo.

Broadway Style Guide conversou com Smith sobre suas histórias, regime de exercícios, e o que uma noite na cidade se parece para ele e Jones.

Você está prestes a entrar em Londres para a sua estreia em West End com The Glass Menagerie. Qual a sua ideia de tarde perfeita em Londres?

O Hyde Park é o meu lugar preferido de Londres, então eu aposto que nessa tarde eu iria estar por lá com um café e alguma música boa, apenas me perdendo. Eu gosto de permanecer ativo quando estou me apresentando em teatro e entrar em uma bom treino é minha terapia. Você também me encontrar fazendo um pouco de yoga ou correndo pelo Tamisa se não estiver chovendo.

Qual sua ideia de noite fora perfeita com sua co-star Cherry Jones? Em qual problema você se prevê entrando?

Eu tenho certeza que iriamos achar algum bar perto do teatro Duke Of York, algum pub com nome chique e uns bons matinis. A parceira da Cherry, Sophie, iria estar escapando com frequência para visitar e nós três como sempre viveríamos uma ótima noite – especialmente quando tem um bom steak envolvido. Nós provavelmente iriamos empurrar as horas um pouco se for um sábado a noite desde que domingo seja nosso dia de folga.

Se você pudesse ir a algum lugar quieto e nunca mais ser incomodado de novo, onde seria e quais itens essenciais você precisaria para se manter ocupado?

Eu iria achar uma cabana nos Montes Apalache com uma vista limpa ao oeste. Tudo o que eu precisaria seria um cachorro, acesso ao spotify, bons alto-falantes, uma esteira de yoga e meu iPad cheio de ótimos livros.

Você tem um ótimos seguidores no Instagram. Qual o seu mais culpado prazer no Instagram?

Eu sou tímido com câmeras, então eu na verdade prefiro não estar nas fotos, mas eu sei  que as pessoas seguem o seu Instagram para ver VOCÊ, não apenas fotos de arte e por do sol. Ainda assim, eu realmente amo tirar fotos cuidadosamente compostas de cenas da cidade a noite, especialmente se vem chovendo, tem tido uma vibe John Grimshaw. Minha cadela, Cassie, faz algumas aparições memoráveis também. Eu tive que colocar mais que poucos dos dentes dela saltados, então a língua um pouco mais pra cima, mas ela não podia ligar menos. Ela ama a câmera.

Você e seus colegas do elenco tiveram que mostrar um pouco de pele na sua série da Netflix, Sense8. Qual o seu segredo para estar pronto na frente das câmeras?

Realmente uma forte rotina diária de yoga com alguns dias de treinamento pesado no meio. Eu acho que um proporção de 3:1 é ideal. Também, achei alguns ótimos videos no youtube de um menino chamado Brendan Meyers, sua rotina de abdômen é matante e geralmente duram menos de seis minutos. É tudo o que você precisa – por outro lado  no começo você explode e pode parecer muito volumoso. Me levou um tempo para achar o equilíbrio.

Você nasceu no Texas. O você ama/ou odeia sobre ser do estado de artistas solitários?

Tem um número surpreendente de texanos na industria. Um número desproporcional, na verdade. Eu sempre me perguntei sobre isso. Eu acho que é porque o Texas é muito carregado de contradições, e texanos como eu que trabalha nas artes trazem isso para fora. Nós somos dependentes, fomos criados bem, nós não gostamos de “balançar o barco”. Mas também somos competitivos, e temos um senso de culpa ou vergonha que não podemos explicar.

Se você pudesse ter a carreira de outro ator, quem seria e porque?

Cherry Jones – sem dúvidas. Ela irá te dizer e eu acredito nela, que ela é a atriz que é hoje por causa de todos os anos que ela gastou longe de Nova York no teatro American Repertory, interpretando as ótimas partes, viajando e se apaixonando e aprendendo a pressão de ter uma série ou filme chegando. Tudo isso – e claro aquela coisa misteriosa que ela tem. Chamada mágica. Mas ela é feliz, e ela tem uma ótima vida e ela é tão amorosa com todos que trabalha e tiveram a chance de vê-la performando. Ela me ensina tanto, e eu continuo sem acreditar que eu posso passar alguns momentos com ela no palco todas as noites.