No dia 1/6 aconteceu a grande pré-estreia de Sense8 em São Paulo e a nossa equipe não deixou de comparecer ao evento. Com a estreia mundial acontecendo apenas hoje (8/6), viemos contar toda a experiência. Assistimos ao especial em primeira mão e em meio a uma sala com mais de 500 fãs da série, não havendo lugar melhor para uma primeira impressão. Confira o trailer oficial:

Antes mesmo do episódio começar foi feita uma introdução por Patricia Gomes, do site Omelete, e a Drag Queen Penelopy Jean, que participou das gravações no trio elétrico da Netflix na parada gay em 2016 junto ao elenco. Então, algumas recomendações foram dadas ao som da abertura da série, o que já arrancou palmas da plateia e a deixou eufórica. Com todos dentro do auditório e os seus respectivos celulares guardados nos armários, para evitar o risco de spoilers serem vazados na internet, o episódio finalmente começava.

SÃO PAULO, BRASIL – 01 DE JUNHO: Convidados durante o evento do episódio Final de Sense8, 01 de Junho, 2018 em São Paulo, Brasil. (Foto por Netflix / Alexandre Schneider)

O seu início não se dá exatamente no momento em que a segunda temporada acaba, mas ao contrário, mantém todo o mistério, como o de costume e deixa no ar o que teria acontecido naquele meio tempo, que foi revelado tempos depois.

A busca por alternativas para o resgate de Wolfgang nunca foi maior, assim como toda a perseguição dos sussurros ao Cluster. O que acabou criando um cenário típico de guerra. Cenas de ação, humor e união, tudo o que os fãs mais gostam, também foram bem mais frequentes. Não é à toa que ele foi dedicado e só aconteceu por exigência deles.

No episódio, podemos ver pela primeira vez todos realmente juntos, se mostrando mais unidos do que nunca e utilizando de todas as habilidades que compartilham. Sendo isso uma das características mais preciosas da série, que esbanja da multiculturalidade para mostrar a cooperação entre os diferentes gêneros, etnias e sexualidades, algo difícil de se ver no mundo real hoje. Toda a quebra de preconceitos constrói uma amizade cada vez mais bonita entre os oito.

A fotografia é um dos fatores que não deixam a desejar. Assim como no resto da série, o local em que acontecem as cenas contribuem para a beleza da imagem. Pudemos ver fogos de artificio direto da Torre Eiffel em Paris e lindas estradas e rios em Nápoles, cidade litorânea da Itália. Tudo aproveitado pela boa iluminação enquanto os personagens embarcavam em mais um plano muito bem elaborado por Lana Wachowski, roteirista e diretora da série, para o combate aos inimigos (sussurros). Confira algumas fotos das filmagens em nossa galeria:

A conexão dos atores com os personagens continua inexplicável, parece que eles foram feitos um para o outro. Algo já notado pelos fãs que os acompanham de fora da série. Foram escolhidos atores das respectivas nacionalidades e características dos personagens, o que torna tudo mais natural e harmonioso.

O mais legal de ter presenciado o especial em uma sala repleta de fãs, foi poder vibrar em cada cena de ação, chorar junto a todos quando eram faladas palavras bonitas e rir com os comentários cômicos. Ter sentido tudo em conjunto, como se todos fossem parte de um só, como verdadeiros Sensates.

A trilha sonora, junto a edição do filme faziam as músicas combinarem perfeitamente com cada uma das cenas, provocando ainda mais euforia por parte dos fãs. Ela continuou rica em sucessos, contém hits como “I Feel You” de Depeche Mode e “Rather Be” de Clean Bandit”. Confira a trilha sonora completa em nossa playlist no Spotify:

Já caminhando para o seu final, todos assistiram a momentos emotivos devido a um dos acontecimentos mais esperados da série. Principalmente por parte das atrizes Jamie Clayton (Nomi) e Freeman Angyeman (Amanita), que conseguiram passar toda a emoção que envolveu o casal que interpretam. Brian J. Smith e Tuppence Middleton também demonstraram toda a química entre Will Gorski e Riley Blue, assim como Tina Desai (Kala) e Max Riemelt (Wolfgang), construindo momentos fofos e fazendo todos se apaixonarem ainda mais pelos casais.

Depois do episódio terminar o evento estava apenas começando. DJs animavam a área do Memorial da América Latina com músicas dançantes e da moda, enquanto todos aguardavam os atores subirem no trio elétrico, que era inclusive, idêntico ao usado na Parada LGBT em 2016 para a gravação de algumas cenas da segunda temporada. Mais tarde, lá eles responderam algumas perguntas do Omelete, cantaram “What’s Up” junto aos fãs e até dançaram. Confira alguns dos momentos da premier em nossas redes sociais:

Tudo foi claramente pensado para se tornar uma grande festa de despedida para os amantes da série. A organização e montagem ainda contribuíram para a experiência inesquecível. Pudemos encontrar uma área inteira de Food Trucks, Pôsters por toda a parte e até o Van Damme, ônibus de Capheus. Já o episódio, foi uma união de tudo o que o fã mais gosta e aguarda, mas claro, não deixou de lado todas as surpresas que fizeram ele interessante.

A estréia do episodio final de Sense8 com Brian J. Smith está cada vez mais próxima. Por isso, atualizaremos este post constantemente durante as próximas semanas, com tudo o que tivermos de novidade e conteúdo do novo episódio.

“Amor Vincit Omnia”, traduzido do Latim, “O Amor Vence Tudo”, é o titulo do especial. Ele contará com 151 minutos (2h31min), como informado por fãs que já o assistiram na premier em Chicago, nos Estados Unidos no dia 25/5. A sua estréia mundial está marcada para 8/6 e ele será disponibilizado em streaming as 5 ou 6 horas da manhã no horário de Brasília (BRT), dependendo do funcionamento da divulgação feita pela Netflix.

No evento Lana Wachowski, criadora da série, ainda foi questionada por uma fã se chegou a escrever uma terceira temporada. A resposta foi sim, já que do amor ela nunca desiste e mencionou que algumas partes do texto estarão no episódio especial, porém outras não.

O Brasil também terá uma pré-estreia exclusiva. Acontecerá na capital de São Paulo no dia 1/6 e a nossa equipe estará presente para a cobertura do evento nas contas do Twitter e Instagram. Posteriormente iremos atualizar o site e adicionar todas as fotos na galeria, além de publicar uma crítica sobre o episódio.

PÔSTER OFICIAL DO EPISÓDIO+DATA

 

 

TRAILER DE ANUNCIAMENTO DA DATA DE ESTREIA DO EPISÓDIO

 

 

TRAILER OFICIAL DIVULGADO NO DIA 17 DE MAIO

 

 

 

SEM SPOILERS.

Aguarde mais atualizações deste post relacionado exclusivamente ao novo episódio especial. – 29 de maio, última atualização.

Essa semana (1/6) acontece a tão esperada pré-estréia do episódio especial de Sense8 em São Paulo. Seu lançamento mundial se dará apenas no dia 8 de junho na plataforma de streaming Netflix, porém o capítulo será exibido antes para alguns fãs sortudos em alguns eventos.  No Brasil, estarão presentes os atores Brian J. Smith (Will Gorski), Miguel A. Silvestre (Lito Rodriguez), Tina Desai (Kala), Jamie Clayton (Nomi Marks) e Toby Ownwumere (Capheus).

Após a passagem por diversas cidades para a gravação do especial, o elenco agora arruma as malas novamente para eventos como esse de divulgação. Começando por Chicago, que recebeu a pré-estreia no dia 25/5. Confira algumas fotos em nossa galeria:

Já em São Paulo, tivemos as informações divulgadas pela conta oficial da série no Facebook durante a última semana. A pré-estréia acontecerá as 11h da manhã e as primeiras 500 pessoas que se inscrevessem em um link disponibilizado por eles, iriam ter entrada garantida para assistir o episódio em primeira mão. O que se esgotou em poucos minutos e foi uma surpresa tanto para os fãs, quanto para os organizadores.  Ainda foi divulgado que o evento terá karaokê para que todos possam cantar a música tema da série What’s Up. A equipe Brian J. Smith Brasil estará presente, fará a cobertura nas redes sociais e representará todos os fãs na próxima sexta-feira.

Ainda depois do Brasil, teremos outra pré-estreia em Los Angeles no dia 7/6.

Miguel A. Silvestre, co-star de Brian J. Smith em Sense8 já havia divulgado no dia 4/5 em sua conta no Instagram que estaria presente para o evento no país em 30/5, porém, até então, não tínhamos mais informações.

Será o terceiro ano que os atores estarão em solo brasileiro e por isso, a cidade não poderia ficar de fora da despedida. Em 2015 e 2016 alguns deles compareceram na Comic Con Experience. Tudo sem contar a presença de todo o elenco na parada gay de São Paulo, que foi palco para o pronunciamento do personagem Lito Rodrigues, interpretado por Miguel A. Silvestre, cena da segunda temporada. Relembre os momentos em nossa galeria:

Foi divulgado recentemente que Brian J. Smith irá protagonizar a nova série dos estúdios CBS, “L.A Confidential”, que será uma releitura do filme de mesmo nome lançado em 1997.

Ele viverá o personagem Ed Exley, anteriormente interpretado por Guy Pierce, um dos detetives de homicídio da trama que ainda não tem data de estreia.

Los Angeles – Cidade proibida, título em português do livro de James Ellroy que originou o filme, conta a historia de dois detetives e uma repórter que ao tentar desvendar os homicídios ocorridos em um café na Califórnia nos anos 50, acabam descobrindo o mundo de crimes por traz de todo o luxo e imagem que a cidade aparenta ter.

Cada um deles investiga os fatos de seu jeito. Ed Exley, por sua vez, é o filho de um policial renomado que está em busca de seu espaço e sucesso no mundo da investigação. É descrito como um personagem jovem, ambicioso e idealista que tenta ser um herói aos olhos do seu pai e ao mesmo tempo vive o sonho de seu falecido irmão, que era o favorito do seu pai. Ed tentará a qualquer custo provar o seu valor.

Dirigido por Michael Dinner, a série promete adaptar a história para os dias atuais em todos os aspectos, tais como trilha sonora e estilo.

Brian J. Smith interpretou Will Gorski na série de ficção científica Sense8 da Netflix de Lana e Lilly Wachowski e J. Michael Straczynski. A série foi cancelada após duas temporadas, mas está retornando para um episódio final de duas horas ainda neste ano. Os outros créditos de TV de Brian incluem “Gossip Girl”, “SGU Stargate Universe”, “SGU Stargate Universe Kino”. Ele também apareceu em séries como “The Good Wife”, “Quantico” e “Blue Bloods”, “Defiance”, “Person of Interest”.

Ganhador de uma indicação ao Tony Awards no ano passado por interpretar pela segunda vez o Gentleman Caller no revival de The Glass Menagerie. Ele também estará como protagonista no filme 22 Chaser, que ainda está em Pós-Produção.

Brian é representado pela agência Innovative e Sanders Armstrong Caserta.

Porém, sobre a nova série, só o que sabemos é que Brian irá protagonizar ao lado de Walton Goggins, famoso pela serie de televisão “Justified” até o momento, o restante das informações sobre o elenco e roteiro ainda não foram divulgadas. Por isso, por enquanto confira o trailer do antigo filme:

 

FONTE; FONTE;

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Eu tive o grande privilégio de entrevistar uma das estrelas do clássico culto da Netflix, Sense8, o Brian J. Smith, que interpretou Will. Pude perguntar a ele sobre a sua experiência trabalhando com um elenco muito grande e trabalhando com as diretoras lendárias, Lana e Lily Wachowski. É o que ele tinha a dizer. Espero que você goste e queira assistir a série na Netflix depois de conhecê-lo melhor.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como você ouviu falar sobre Sense8?

Brian J. Smith: Me lembro que estava fazendo The Glass Menagerie na Broadway, acho que foi no inverno de 2013 ou 2014. Foi um momento muito feliz da minha vida e sabia que tudo o que fiz depois dessa peça seria um passo importante para mim. Meu agente me chamou um dia e mencionou algo sobre a Netflix e as Wachowskis e lembro-me de algo sobre isso, um combo emocionante. Ironicamente, ao mesmo tempo, eu estava bastante perto de reservar uma série de rede de grande orçamento e eu tive que decidir entre Sense8 ou este outro trabalho. Não foi concurso, na verdade. E foi a melhor decisão que já fiz. Sense8 não era uma decisão de carreira, era uma decisão de vida.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como que era trabalhar com as Wachowskis?

Brian J. Smith: Não há nada como elas. Certamente, nada como a Lana. Ela não tem medo. Acho que ela é um pouco de um viciado em adrenalina. Lembro-me de filmar a última cena da temporada 1, que o longo helicóptero disparou com o barco saindo para o pôr-do-sol na Islândia. Tivemos um link com ela no barco para que pudéssemos ouvir tudo o que ela estava dizendo ao operador da câmera e ao piloto de helicóptero. E eles não conseguiram chegar perto do barco para ela, ou estavam suficientemente baixos o suficiente para a água, ou rápido o suficiente. Nós estávamos rindo como burros porque o helicóptero ficaria impossivelmente perto do barco e você poderia ver esses dredds cor de rosa pela janela e nós sabíamos que ela estava no céu porque aquele helicóptero se tornou seu pincel. É com isso que é com a Lana. E Lilly foi tão incrivelmente doce. Odeio falar por ela, mas sei que ela estava à beira da transição quando estávamos fazendo a temporada 1. Não consigo imaginar o que era para ela. Nós sentimos muita falta dela.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como você conseguiu parte?

Brian J. Smith: Na verdade, era bastante indolor. Eu gravei algumas cenas na minha mesa da cozinha e então ouvi uma semana depois que eles queriam que eu voltasse para Chicago para encontrá-las. Sem testes de rede, sem espera de aprovação de financiadores, nenhuma dessas besteiras. Isso é o que é fantástico sobre a Netflix. Eles deixam os diretores sozinhos e deixam que eles tenham seu processo. É tão diferente de como o resto da indústria é executado.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: O que o levou ao papel?

Brian J. Smith: Bem, eu não sabia muito sobre o papel além dos lados da audição e depois um pouco mais tarde de um primeiro rascunho dos três primeiros episódios. Mas eu imediatamente respondi à maneira como elas pareciam estar explorando a empatia e a identidade e o estilo de filmagem realmente cinético que seria necessário para retirá-lo. Além disso, viajar para todo o mundo. Eu sabia que essa seria uma experiência de vida diferente de qualquer outra coisa que eu faria, como realmente uma oportunidade única de ver o mundo. Novamente, foi um trabalho que me mudou completamente. Isso nos mudou.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Quais eram algumas das dificuldades de filmar Sense8?

Brian J. Smith: Eu acho que na segunda temporada foi muito mais difícil porque não entramos como novatos. Tivemos uma memória muito clara sobre o que 8 meses de jet lag, longas horas no set, estar longe de casa e tudo isso realmente sentiu como, então nós CONHECEMOS o que nós estávamos nos fazendo entrar. Além disso, a segunda temporada foi ainda mais ambiciosa do que a primeira temporada. As reescritas eram bastante estressantes, especialmente para alguém como eu que gosta de sentir-se preparado. Eu tinha que deixar isso, o que era difícil. Todos atingimos um ponto de ruptura ou tiveram um momento de “Eu quero esse passeio”, pelo menos uma vez. Como, fiquei surpreso quantas vezes minha coragem física foi testada. Eu tenho medo de alturas e também estou aterrorizado por estar debaixo d’água. Eu era capaz de enfrentar a questão das alturas, mas não a questão da água. Foi humilhante enfrentar esses medos e não poder conquistá-los, especialmente em frente a uma tripulação de 150 pessoas. Também especialmente porque Lana realmente não tem fobias como essa, e acho que ela tem uma tolerância bastante baixa para as pessoas que não estão interessadas em superar a merda que os retém.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como a filmagem de Sense8 era diferente do teatro?

Brian J. Smith: Diferente de todas as formas possíveis! O teatro é um evento que acontece em um lugar fixo, mas usa magia de palco para fazer você pensar que está acontecendo em outro lugar. Sense8 literalmente ocorre em todo o planeta. O mundo realmente foi nosso palco. O público vê Berlim ou Mumbai como eles realmente são hoje, ao invés de uma concepção de designer de Berlim ou Mumbai. Ambos são válidos e bonitos. Apenas diferente.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como era ser capaz de retratar tantos personagens e pessoas diferentes?

Brian J. Smith: Essa é a grande coisa sobre ser um ator. Nós conseguimos afastar nossas próprias realidades diárias e tentamos entender a alteridade. É um privilégio, uma coisa muito rara. Você pode realmente ver e sentir empatia na ação.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Qual país era seu favorito para filmar?

Brian J. Smith: Berlim foi uma revelação para mim. Adorei a vida noturna e adorei a atitude das pessoas lá. Eu fiz muitos amigos lá. Há uma abertura e indiferença, franqueza e seriedade que é tão diferente da América que eu realmente tomei. Eu também acho que a Islândia era um lugar muito poderoso, para todos nós. Olhando para trás, acho que a Islândia era o local onde todos estavam no seu melhor por algum motivo. As minhas lembranças mais felizes do show estão todas conectadas com o Rekjavic (Islândia) e os lugares bonitos que filmamos lá. Era indescritivelmente especial.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: O que você aprendeu sobre você trabalhando em um show como Sense8?

Brian J. Smith: Eu acho que o maior take-away para mim foi que, após Sense8, insisto absolutamente em trabalhar em material que tenha um propósito espiritual. Eu não posso mais tomar decisões de carreira mercenárias, como trabalhar por dinheiro ou porque seria “bom” para minha carreira. Sou mais sensível ao que a experiência do projeto pode ser, mesmo que isso signifique não poder comprar uma casa ou qualquer outra coisa. Eu aprendi que existem pessoas lá no setor que estão fazendo shows de um lugar humanístico e esses são os quartos em que eu quero estar. Se eu tiver a menor sugestão de que eu possa estar trabalhando para pessoas que estão nele outros motivos, eu estou fora de lá tão rápido.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: O que você aprendeu ao trabalhar com atores de tantos países diferentes?

Brian J. Smith: Bem, atores são apenas contadores de histórias, na verdade. E isso é o mesmo em todo o mundo. A boa atuação parece a mesma coisa aonde quer que vá. Todo mundo está contra as mesmas coisas. Os mesmos hang-ups, o mesmo medo de não ser suficientemente bom, também o mesmo potencial para ser incrível. Está realmente conectado com a mensagem do show. Que, mesmo que procedamos de culturas diferentes, todos estamos tentando lidar com o que significa ser humano e esse processo parece ser o mesmo.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Alguém ficou ferido(a) durante as gravações?

Brian J. Smith: Algumas vezes, mas nada muito sério. Doona torceu o tornozelo muito ruim durante a temporada 1 em São Francisco, na sequência em que ajudamos a personagem de Jamie a escapar de alguns policiais em um beco. Rasguei um tricep e enrolei meu ombro na cena com Naveen na loja de conveniência. Também tivemos um dublê de um golpe bastante brutal no rosto durante a cena final da luta no Especial do Natal. Mas há muita violência no show e essas coisas são inevitáveis. Nosso departamento de acrobacias é o melhor do mundo e eles fazem um trabalho notável, mantendo todos seguros.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Você fez suas próprias acrobacias?

Brian J. Smith: Lana gosta dos atores para fazer suas próprias lutas o máximo possível, especialmente se a câmera estiver próxima da ação. Com frequência, os dublês fazem algumas tomadas nas gravações mais amplas porque são tão bons em vender a fisicalidade. Mas além disso, Lana realmente gosta de nós lá fazendo essas coisas, especialmente se estamos um pouco preocupados ou temerosos. Mais uma vez, ela gosta de pessoas para enfrentar essas inseguranças e espera descobrir que elas são muito mais capazes do que pensam que são.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Quão difícil era filmar as sequências onde todo o cluster estava envolvido?

Brian J. Smith: Era principalmente difícil para a produção, porque juntar todos nós é como reunir gatos. E quando você tenta nos juntar de uma maneira assim, tendemos a ter dificuldade em evitar rir. Especialmente durante as cenas grupais de sexo.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Quanto tempo durou o processo de filmagem?

Brian J. Smith: Eu acho que entorno que foram nove meses para a segunda temporada. A primeira temporada foi um pouco menor, mas não muito.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Qual foi a parte mais extenuante? Mais gratificante?

Brian J. Smith: A parte mais extenuante foi provavelmente o tempo de espera no set. Lana estava improvisando muito e nos manteria em espera, caso ela pudesse apertar uma ideia. Às vezes, você esperaria o dia inteiro ou a noite toda e não se usaria, o que poderia ser difícil de lidar. Especialmente quando você já está mal-humorado e jato defraudado. Mas você não podia se irritar demais porque sabia que ela estava trabalhando mais do que ninguém e frequentemente ia para casa e escrevia depois de passar 17 horas no set, então talvez tenha quatro horas de sono e depois faça tudo de novo. Eu não sei como ela fez isso. Mais gratificante foram as festas envolventes. Ninguém faz festas como Sense8.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Como os fãs foram?

Brian J. Smith: Nunca vi nada dessa base de fãs. Eu subo no metrô todos os dias aqui em Nova York, e não passa um dia sem que três ou quatro pessoas chegassem e queriam falar sobre o show por viagem de metrô! O show é como seu pequeno segredo, e é feito que eles se sintam vistos. Todos parecem ter sido muito conscientes de sua alteridade durante toda a sua vida, e, de repente, esse show acontece que comemora isso e promete que a sua alteridade é o que os torna incríveis. É um show para nós, loucos e eu adoro isso.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Por que você acha que eles conseguiram que a Netflix mudasse a mente deles sobre um especial?

Brian J. Smith: Eles lutaram por isso e eles não desistiram. Acho que Trump foi eleito, tinha algo a ver com isso, para ser honesto. Ele não apenas acionou a sua base; Ele nos forçou a todos a acordar e perceber que não podemos aceitar o que adoramos sobre nossa cultura. Eu acho que as pessoas der repente se tornaram muito mais conscientes de sua alteridade e isso foi assustador. E então, um show como Sense8 é cancelado e foi demais. Especialmente durante a temporada de orgulho gay! Fiquei chocado com o impacto emocional do protesto e o quão persistente era. Tomado em contexto com o que está acontecendo politicamente em todo o mundo de hoje, isso faz muito sentido. Nós, os loucos, estamos lutando de volta à nossa maneira.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Por que você acha que o show foi cancelado?

Brian J. Smith: Penso que há uma contradição inerente e trágica no show. Contar com a história corretamente implica uma grande quantidade de viagens e infra-estrutura e talento, e isso é incrivelmente caro. E, ao mesmo tempo, o show se recusa a obedecer a qualquer uma das regras que você deve seguir para fazer um show “popular”. Penso que, por essa razão Sense8 é notável pelo que não faz tanto quanto o que faz. Não há violação no show. O elenco não é predominantemente branco, ou mesmo americano para esse assunto, o que é um grande problema se você está tentando fazer com que os americanos vejam. Não utilizamos a narrativa tradicional da TV. Não representamos relacionamentos LGBTQ como disfuncionais ou estranhos. Quero dizer, eu poderia continuar e continuar, mas o problema antigo é inevitável: o comércio em algum momento tem que apanhar a arte e a Netflix não viu os números que precisava ver para sustentar o orçamento. Mas o fato de que eles ouviram seus assinantes e fez um assunto tão público diz muito sobre sua ética como uma empresa.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Você acha que haverá temporadas mais completas?

Brian J. Smith: Não vou nem tentar prever o futuro do show. Nunca pensei que a especial de 2 horas era possível, mas aqui estamos. Se as pessoas observam, e quero dizer uma quantidade verdadeiramente gentil de pessoas, provavelmente faremos mais. Mas quem sabe.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Por que você acha que Sense8 tocou tantas pessoas diferentes?

Brian J. Smith: Ironicamente, por todas as razões, não tocou tantas outras pessoas diferentes: porque não é para todos. Sua estranheza e dificuldade tornam mais preciosa para as pessoas que se conectam à ideia de alteridade.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Por que você acha que trouxe tanta gente juntos?

Brian J. Smith: Porque era tudo o que estávamos tentando fazer; Aproximar as pessoas. Nós não fizemos isso para ganhar dinheiro ou para ganhar prêmios. Fizemos isso para pessoas que pensávamos que poderiam encontrar algum consolo nele.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Os fãs de Sense8 são diferentes dos fãs para shows regulares?

Brian J. Smith: Haha veja tudo acima.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Existe alguma mensagem que você deseja dar aos fãs?

Brian J. Smith: Gostaria apenas de agradecer e vamos trabalhar o nosso culto para fazer o especial de 2 horas merecendo a luta que todos vocês colocaram.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Existe alguma coisa que você deseja que as pessoas conheçam sobre o show?

Brian J. Smith: Na verdade não. Eu acho que isso fala por si mesmo. Estou ansioso para ver o que a próxima geração chegará pensa nisso, na verdade. Eu acho que eles vão ver isso com olhos diferentes e frescos.

Entrevistador(a) da TV Series HUB: Há alguma palavra final que você deseja que os fãs conheçam sobre você?

Brian J. Smith: Nah. Está tudo na tela.

 

Tradução da entrevista completa foi feita pela equipe Brian J. Smith Brasil. Esperamos que gostem e que se encantem com o modo de visão do Brian sobre o projeto que o mudou e mudou a sua vida.

FONTE;

Brian J. Smith interpretou o policial norte-americano nascido em Chicago nas duas únicas temporadas da série Sense8 e o mesmo se despede da série através de um pronunciamento falando sobre o seu posicionamento sobre o cancelamento da série que foi feito há alguns dias atrás e ainda comenta sobre o barulho que os fãs de Sense8 causaram durante os últimos dias e que estão todos revoltados com a decisão tomada pela Netflix e prometem ainda fazer barulho pelas redes sociais para indagar a continuação da série, porém o ator tomou a iniciativa para se despedir de uma forma correta e respeitosa com todos os fãs da série e daqueles que o acompanhou desde 2015.

Leia a seguir a tradução feita pela nossa equipe da carta de pronunciamento com algumas alterações para um fácil entendimento para todos.

 

Querida família Sense8

Eu só queria aproveitar um momento para agradecer pessoalmente pelo amor e apoio que você colocou a luta na semana passada ou assim. Na sequência de tantas más notícias, foi encorajador saber o que Sense8 representava significava tanto para tantas pessoas.

E desde que você foi tão extraordinariamente apaixonado, sinto que é justo que você tenha mais do que um serviço de lábios – uma curta conversa – ou um tweet bobo de mim.

Gente, não há segredos aqui. Recebi o mesmo motivo para o cancelamento que você possui: audiência. Tanto quanto sei, não há uma intriga de tribunal obscuro que contribuiu para a decisão da Netflix, e eu sei que muitas pessoas muito inteligentes tiveram que chegar a um consenso para puxar o plugue em um show que já haviam investido uma quantidade insana de capital – de dinheiro -, mesmo que isso significasse que a história nunca chegaria a um final. Pense que a parte mais triste de terminar um show dessa maneira é saber que as futuras audiências nunca levantarão uma história que eles sabem que não tem resolução. Parece um desperdício.

De qualquer maneira –

Você lembra quando eu tweetei em 30 de maio, em resposta à preocupação de um fã de que o show possa ser cancelado? “Este pode ser um bom momento para começar a fazer barulho”? Eu tinha uma idéia bastante clara por esse ponto que Netflix tinha feito o seu movimento, e eu também sabia por experiência anterior que, uma vez que um cancelamento é anunciado, não há retorno. Eu garanto que você foi visto e você foi ouvido.

Por favor, saiba que a luta que todos vocês colocaram na tentativa de salvar algo que você amava será para sempre a “temporada final” do Sense8. Você deu ao show o final que merecia. Mesmo que essa luta não tivesse um final feliz, isso significava algo. Nunca se esqueça disso.

Nossos produtores da Netflix Peter, Cindy e Tara foram fãs do show desde o primeiro dia. Participaram conosco, encorajaram-nos, nos apoiaram incondicionalmente. Não invejo a posição em que estão aqui. A Netflix é uma empresa relativamente jovem e esses tipos de dores crescentes sugam. Mas lembre-se de que eles fizeram este show estranho, maravilhoso e não convencional em primeiro lugar e também o show só continuaria se apenas a audiência justificasse a despesa. Pode não parecer justo em face de uma folga de fãs tão apaixonados, mas sempre, SEMPRE se resume a números.

Não há raiva e nem amargura no meu coração. Este menino do Texas chegou a ver o mundo, conseguiu trabalhar com as Wachowskis e aquele incrível elenco e equipe, muitos dos quais são amigos de toda a vida; Tenho que conhecer muitos de vocês. Eu acho que você pode dizer que eu cresci muito como ator entre a primeira temporada e a segunda. Isso é tudo que eu poderia querer desta experiência. O resto é molho.

Você pode descansar facilmente sabendo que mesmo que o show não continue, você fez a diferença. Você colocou um bom, não, não, uma grande luta. Eu sempre considerarei  Sense8 como uma espécie de sinfonia inacabada, um lembrete para nunca aceitar as coisas que amamos por concedido. Eu vou sentir falta do show e vou sentir falta de Gorski, mas vou para frente e nunca mais serei o mesmo.

Obrigado a todos do fundo do meu coração.”

FONTE

Faltando apenas algumas semanas para a divulgação dos 10 (dez) novos episódios da nova temporada da série Sense8, uma das séries mais assistidas e acompanhadas da Netflix e aclamadas pelos fãs brasileiros, estará disponível no dia 5 de Maio de 2017 com Brian J. Smith retornando para a continuação da série como o policial Will Gorski.

Confira em nossa galeria as novas fotos promocionais da segunda temporada em altíssima qualidade e assim que sair mais fotos iremos atualizar este post e o álbum da nossa galeria. Esperamos que gostem das imagens novas! 😉

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Sense8_2x01_BJSBR_STILL.jpgSense8_2x03_BJSBR_STILL21.jpgSense8_2x03_BJSBR_STILL__.jpgSense8_2x05_BJSBR_STILL_.jpgSense8_2x03_BJSBR_STILL_.jpg

OBS: As fotos foram concedidas a nossa equipe e os devidos créditos estão nos títulos das imagens na galeria e quando salvo as fotos, irá aparecer de qual episódio é aquela foto promocional. Das 15 novas fotos, todas elas são de alguns dos 10 episódios.

Brian J. Smith fala um pouco sobre sua série mais recente e esclarece dúvidas sobre rumores do suposto cancelamento dela, em entrevista ao portal de noticias Digital Spy. Confira:

 

Astro de Sense8 desmente rumores de cancelamento: “Definitivamente tem mais historia para contar”

Brian J. Smith diz saber que a série “não é para todos os gostos”.

Fãs de Sense8, aqui vem boas notícias: a segunda temporada não só está vindo, mas também não é definitivamente o fim da série.

Rumores de que a Netflix está planejando acabar com a série depois de lançar os 10 novos episódios dia 5 de maio, estavam circulando.

Mas, o ator Brian J. Smithque atua como Will Gorski – disse ao Digital Spy que nenhuma decisão final tem sido feito sobre o destino da série.

“Que fique tudo nas mãos da Netflix e também com os fãs – se eles gostarem do que acontece e gostarem do que assistirem na segunda temporada, nós iremos ouvir”, ele diz.

“Eu acho que todos vamos ver se nós devemos ou não fazer uma terceira temporada. Eu espero que façamos. Eu posso dizer que tem definitivamente mais historia para contar depois da segunda temporada. Nós não demos um final a história e espero que terminamos, eu realmente espero.”

Brian – atualmente estrelando em The Glass Menagerie no teatro Duke of York’s no West End em Londres – diz reconhecer que Sense8 é tanto “muito desafiador” como “não é para todos os gostos”.

“Para toda pessoa que pensa que é um trabalho de arte, tem pessoas que pensam que é a maior bosta que elas já viram. Quem está certo? Quem se importa! É arte. Sua reação para isso é a reflexão do que você é, e seus valores.”

A série, criada pelas Wachowskis e pelo criador de Babylon 5, J. Michael straczynski, conta a história de 8 estranhos de diferentes partes do mundo que compartilham uma conexão psíquica.

Para a segunda temporada, Lilly Wachowski continou envolvida como co-criadora, mas deu um tempo de escrever, dirigir e ser produtora executiva, deixando sua irmã Lana sozinha como showrunner.

FONTE;

Brian J. Smith realizou na noite de ontem (15 de Novembro) um Q&A (Perguntas e Respostas) em seu Twitter e comentou sobre a segunda temporada da série Sense8 e curiosidades que muitos fãs não sabiam. Brian é um dos atores principais da trama que terá o seu primeiro episódio da segunda temporada disponível no Natal e o resto em 2017 e também quando perguntado de como é trabalhar com seus colegas de elenco e ele não mediu esforços para elogiar os seus co-stars e falar um pouco mais sobre eles.

Leia a tradução completa do Q&A a seguir.

 

: Qual é a sua comida favorita ao redor do mundo?

Brian: O estilo do almoço Sul Indiano em Mumbai.

: Quantas pessoas você beijou na segunda temporada de Sense8?

Brian: Na vida real ou na série? Risos.

Fã: Alguma notícia sobre o lançamento da segunda temporada de Sense8?

Brian: Ao contrário..

: Qual foi a sua reação quando pediram para você se juntar ao elenco de Sense8?

Brian: “Eu preciso de mais páginas em meu passaporte.”

: Qualquer projeto além da segunda temporada de Sense8?

Brian: Tenho o filme independente chamado “22 Chaser” que sairá em breve e farei a peça “The Glass Menagerie” em Londres no inverno.

: Na sua opinião a segunda temporada de Sense8 será melhor do que a primeira?

Brian: Sim, na verdade eu amo a primeira temporada.

: Por quê você quis ser ator?

Brian: Por quê eu sou um escapista.

: Quem é a sua pessoa favorita que você conheceu fazendo Gossip Girl?

Brian: O Joshua Safran

: Você está acompanhando alguma série no momento? Se sim, qual?

Brian: Estou amando ‘The Crown’. É realmente difícil para mim acompanhar as séries como esta por favor!!!

: Como você definiria a relação do Will e da Riley na segunda temporada de Sense8?

Brian: O do tipo fugitivo.

: Qual é a sua música favorita para este momento?

Brian: Babe I’m Gonna Leave You de Led Zeppelin.

Pergunta do BJSBR: Uma vez que você ler alguma coisa sobre a segunda temporada de Sense8, o que podemos esperar?

Brian: É uma temporada muito escura na televisão. Pelo o menos foi para mim. Mas com sentido de Lana, com esperança e luta.

: O que você mais gosta no Will?

Brian: Ele nunca desiste de ninguém.

: Livro favorito do momento?

Brian: Shelby Foote’s Civil War: A Narração. Eu sou um nerd da história!

: Descreva o ator Max Riemelt em uma palavra?

Brian: Nerd/Agitado

: Qual é a melhor parte de trabalhar com a Jamie Clayton?

Brian: A risada dela, mas realmente o amor com que ela trabalha.

Fã: Você devia vim para Comic Con Experience Tour do próximo ano, aqui em Recife no Brasil. Isto seria um sonho se tornando realidade.

Brian: Não seria legal?

: Descreva a Tuppence Middleton em duas palavras

Brian: Dolores Park. (desculpa, piada interna).

: Quem é o seu personagem favorito em Sense8? Sem ser o Will?

Brian: Câmera da Lana.

: A abertura de Sense8 será trocada?

Brian: Sim.

: Qual é a melhor coisa sobre o Alfonso Herrera?

Brian: Não existe apenas uma única coisa. Ele é literalmente o melhor.

Pergunta do BJSBR: Você viu o novo design do nosso site? brianjsmithbrasil.com! Gostou???

Brian: Vocês são bons demais pra mim. Eu não mereço isso!!  

: Algo que você aprendeu com o Will?

Brian: Uniformes da polícia de Chicago são ridiculamente quentes no verão. Haha.

: Melhor coisa sobre trabalhar com o Miguel Ángel Silvestre?

Brian: O ator mais comprometido, e que trabalha duro que eu já trabalhei. Quero dizer que ele vai além das barreiras. Muito inspirador.

: Quão legal é o Toby Onwumere?

Brian: Ugh, mal posso esperar para que vocês conheçam esse cara. Ele foi provavelmente minha parte favorita de fazer a segunda temporada.

: Quem do elenco de Sense8 foi a primeira pessoa que você teve contato?

Brian: Com a Jamie Clayton – nós tomamos um café em Nova York antes de fazemos um teste juntos em Chicago.

: De escala de a 0 – 10 quanto é legal o cabelo da Freema Agyeman?

Brian: Não tão incrível quanto a mulher que senta-se no cabelo.

: Você aproveitou a Parada LGBTQ no Brasil?

Brian: Você não pode dizer pelas fotos? Haha!!!

: O que você gostaria de falar para todos os seus fãs?

Brian: Esta é uma ótima maneira de terminar, pois tenho uma comida Chinês chegando! Vocês sempre me fazem me sentir melhor quando estou pra baixo. Amor. Boa noite!

Esperamos que todos gostem da nossa tradução e que tenham gostado deste Q&A! Ficamos muito felizes pelo o Brian ter tirado um pequeno tempo do seu dia para voltar a falar com seus fãs e também por ter falado sobre o novo visual do BJSBR.

Em “Sense8” nova série da Netflix, Brian J. Smith interpreta um policial de Chicago cuja empatia pessoal faz dele o perfeito “sensate” a pessoa que pode se conectar física e emocionalmente com mais sete pessoas em seu grupo. A própria visão de mundo de Brian fez “Sense8” o projeto perfeito aos 33 anos de idade, um verdadeiro candidato ao Tony em 2014 para “The Glass Menagerie” que atuou em “Stargate Universe” e “Gossip Girl“.

Para estar trabalhando em um show que tem toda a conexão e tudo sobre empatia e fazer alguém mais importante do que a si mesmo e sobre aprender o verdadeiro significado do amor por mais clichê que pareça, esta é a coisa real“, disse Brian J. Smith, durante uma recente entrevista por telefone.

Criado por Andy e Lana Wachowski (trilogia “Matrix“, “Cloud Atlas“) e J. Michael Straczynski (“Babylon 5“), o 12 episódios de “Sense8” explora idéias de identidade, gênero, sexualidade e humano comum necessita através do olhos de oito estranhos que renascem como sensates na estréia.

A sua nova capacidade de sentir emoções e pensamentos um do outro e utilizar talentos e capacidades de cada um como seu próprio torná-los alvos para um grupo liderado por um sinistro sensate mal chamado Mr. Whispers (Terrence Mann).

Brian J. Smith interpreta Will Gorski, que enquanto em Chicago ouve e vê coisas que Riley (Tuppence Middleton), uma DJ da Islândia, está experimentando em Londres. Então ele vê Riley em seu espelho e, eventualmente, eles falam.

No começo, ele se assustou porém quem não ficaria? Mas depois de conhecer um fugitivo misterioso chamado Jonas (Naveen Andrews), Will é um dos primeiros de seu grupo para aceitar e explorar suas novas habilidades.

Brian J. Smith foi atraído para Will por causa dos personagens que precisam ajudar as pessoas. É este complexo de salvador criado por eventos traumáticos na infância de Will que fez dele um bom sensate, afirma ele.

Ele realmente se torna o melhor de si quando ele está ajudando outras pessoas, que eu acho consequentemente ou não acidental, é a razão pela qual ele se tornou um policial em primeiro lugar“, disse ele.

Embora a série investiga as histórias individuais de todos os sensates transgeneros “hacktivistasNomi (Jamie Clayton), o alemão arrombador Wolfgang (Max Riemelt), ator Latino enrustido Lito (Miguel Angel Silvestre), cientista indiana Kala (Tina Desai), coreana executiva de negócios Sun (Doona Bae) e motorista de ônibus Kenyan, Capheus (Aml Ameen). Vai permanecer no centro da história como ele trabalha para desvendar o mistério enquanto vai se apaixonando por Riley.

Jonas reconhece a competência da polícia de Will, mas aprende em primeira mão durante uma perseguição em alta velocidade emocionante sob as trilhas do “L” de Chicago que será um tipo de cara take-ação que não pode fechar os olhos para alguém em apuros.

Isso o colocou em uma posição realmente grande emocionalmente para ser alguém que pode ser útil em trazer todas essas pessoas juntas para ajudá-los e salvá-los“, disse Brian.

Em alguns episódios mais tarde, Will viaja fisicamente para a Europa para ajudar Riley. As cenas entre Smith e Middleton estão em algumas das mais dolorosas e apaixonantes da série.

De todos os atores, apenas Smith e Middleton filmaram em todas as nove cidades internacionais onde “Sense8” foi filmado. Gastar tanto tempo juntos permitiu que os atores conhecessem um ao outro, o que foi uma vantagem quando seus personagens estavam compartilhando pensamentos e emoções de cada um.

Tuppence e eu, cara, nos divertimos muito. Quero dizer as coisas que tenho que fazer em algumas dessas cidades juntas era apenas selvagem. E que une você”, disse Smith. “É bom para olhar nos olhos de alguém que você conhece está passando exatamente a mesma coisa e que compartilha toda esta experiência com você do começo ao fim.”

Eu acho que isso nos permitiu compartilhar alguns desses momentos íntimos ligados, espero, de uma forma grande.”

Brian J. Smith falou mais sobre suas aventuras em “Sense8“, como Will e sobre como “Sense8” investiga “realmente grandes questões” que ele está explorando desde a faculdade. Abaixo está uma transcrição editada da conversa traduzida pela a nossa equipe, leia a seguir.

Entrevistador: O que essa história significa para você?

Brian J. Smith: Para mim é tudo sobre empatia e tribalismo. As pessoas dizem que o mundo está pior agora do que jamais foi e nós estamos indo em direção a algo terrível. Eu acho que cada geração tem se sentido assim. Mas eu sei que algo que parece que realmente aconteceu é que nós mesmos começamos ter mais conexão e obter mais informações sobre o outro, não nos sentimos mais perto. Eu não me sinto mais perto. Eu não me sinto mais conectada com o mundo. Eu me sinto mais ligado a dados. Isso faz com que seja muito, muito fácil perder a sua capacidade de empatia com as pessoas em todo o mundo ou até mesmo as pessoas na sua própria maldita cidade. Me acontece todos os dias. Nós nos tornamos mais polarizado. Nós nos tornamos mais tribal. Nós nos tornamos mais preto-e-branco em nosso pensamento sobre o comportamento humano, o bem e o mal com letras maiúsculas. Acho que o que Lana e Andy ou Joe estão pedindo é que a conexão humana, onde não é possível diferenciar entre suas necessidades e as necessidades de outra pessoa. Isso é quando nós realmente nos importamos e que quando essa coisa chamada amor realmente, verdadeiramente, realmente existe. Se nós estamos indo para sobreviver como espécie, nós vamos ter que aprender a ter empatia e como amar.

Entrevistador: Você acha que filmar em nove cidades diferentes de usar este elenco internacional era a melhor maneira de obter a história do outro lado?

Brian J. Smith: Oh, com certeza. Com certeza. Eles não queriam filmar em um estúdio de som na frente de uma tela verde e fingir. Se isso aconteceu em Nairobi estávamos indo para dispará-la em Nairobi. A mesma coisa em Berlim. Eu diria que nós filmamos um par de cenas de captação de som no palco em Berlim e talvez um pouco na Islândia. Foi apenas pequenos momentos em close-up ou pequenas inserções de mãos e coisas assim. Tudo o resto é ação ao vivo. Eu acho que há talvez um momento onde há uma tela verde em uma luta onde eles pintaram algo que não precisa estar lá. Nós realmente queríamos usar todo o globo como o nosso palco de som e é isso que eles fizeram.

Entrevistador: Seguindo seus tweets e de ter entrevistado antes, eu meio que sinto que esta era uma espécie de significado acontecer para você, porque o espírito do show é realmente um monte de sua filosofia pessoal, não é?

Brian J. Smith: Oh meu Deus, estas são perguntas que eu tenho lidado com, me perguntando por anos. E é o tipo de escrita que eu amo. Mesmo com “Stargate Universe”, nós estávamos realmente começando a ficar nessa segunda temporada em alguma merda realmente profundo… Perguntar questões realmente importantes. Você não está apenas tentando manter as pessoas irracionalmente colados à televisão, alimentando-lhes um monte de sexo e violência, mas na verdade você está tentando envolvê-los no nível mais pessoal que você puder. É a mesma coisa com a realização de “The Glass Menagerie” na Broadway. Eu acho que é uma das performances mais pessoais que eu já fiz porque as cenas em que a história é tão, tão, tão ressonante para mim. Em seguida, veio junto “Sense8.” Eu estive olhando para dentro e ler sobre o budismo e o pensamento oriental por um longo tempo desde a faculdade.. Eu sempre quis estar envolvido na escrita e projetos que não são apenas sobre entrando e atirando-se um monte de coisas. Isso pode ser divertido e eu tenho certeza que eu tenho uma carreira muito maior se eu for atraído para esses tipos de coisas. Mas eu não sei. Isso tem que significar algo para mim, pessoalmente, se eu vou fazê-lo. “Sense8” é provavelmente a coisa mais significativa que eu já fiz.

Entrevistador: Conte-me seus pensamentos sobre Will, o policial de Chicago que você interpreta.

Brian J. Smith: Há tantas coisas. Acho que a coisa impressionante para mim foi essa idéia de alguém que tinha um complexo de salvação. Você aprende que ele teve algumas experiências muito traumáticas quando ele era um garoto com uma rapariga [Sarah Petrell] que ele basicamente testemunhou ser morto. Ele também destruiu seu pai e a carreira de seu pai.  Eu acho que em uma idade tão jovem, para promover esse sentimento de desamparo na dele e de sua incapacidade de ajudar as pessoas, consequentemente, o fez sentir inconscientemente que ele tinha que ajudar a todos.. Ele é uma das pessoas que está muito envolvido na tentativa de descobrir o que exatamente está acontecendo e o que pode ser feito sobre isso.

Entrevistador: Espectadores precisam prestar muita atenção ao que está acontecendo, mas se você fizer isso, não é muito complicado, você não acha?

Brian J. Smith: Você tem oito bolas no ar e oito vidas que estão todas misturadas. Mas é uma coisa engraçada. Acho que quanto mais você entrar na história menos confuso você percebe que é. Isso realmente, essas pessoas vivem em culturas realmente violentas que todos eles estão tentando sobreviver. Realmente isso é tudo que você precisa saber para se divertir. E então você só tipo tem que pegar o passeio e desfrutar esperar ser surpreendido com o que acontece com eles como indivíduos e, em seguida, também o que acontece com eles como eles se tornam mais conectadas e tentam se unir e trabalhar juntos.

Entrevistador: E a história de cada personagem é bom por conta própria.

Brian J. Smith: Sim, isso foi legal. Isso foi realmente uma grande parte da escrita que eu pensava. Senti (eles poderiam ter) realmente fez um programa de televisão para cada um dos oito andares. Mas todos eles são algo muito, muito diferente. Mesmo sendo em Chicago há um monte de histórias de Chicago e um monte de histórias policiais e um monte de programas de televisão e filmes sobre a polícia. Mas eu senti que a forma como os escritores de Sense8 olham para as relações raciais entre a polícia e a comunidade era algo que eu realmente não tinha visto, um monte de pessoas que tem a coragem de enfrentar na televisão o roteiro ainda. Foi interessante que Lana, Andy e Joe escreveram aquelas cenas meses antes de todo este material começou acontecendo (os protestos)em Ferguson, Staten Island e, certamente, em Baltimore. Quem já viu tudo sobre os motoristas de ônibus Matatu em Nairobi? Eu nunca vi alguém a lidar com isso antes. Quem tem um programa de televisão sobre um biscoito seguro em Berlim ou uma menina DJ ou um hacktivista trans em São Francisco? Por conta própria todas as histórias são apenas algo que você nunca viu antes. E então você tem de colocá-los juntos nesta salada de história, isso só faz para uma experiência realmente única.

Entrevistador: E o que foi que te atraiu para a série?

Brian J. Smith: Sim, a diversidade (era atraente). Eu acho que um monte de televisão é, eu vou mesmo apenas dizer ‘caiadas’. Nós temos esta idéia estranha que só podemos dizer uma cor de história ao mesmo tempo. Tem que ser um show que só agrada a pessoas brancas ou ele tem que ser um show que só agrada a adolescentes. Ou isso tem que ser um show que agrada a poucos afro-americanos, ou o que quer. As audiências agora estão mais expostos através da Internet e da mídia para outras partes do mundo. Acho que as pessoas são capazes de lidar, ou estão realmente com fome para este tipo de narrativa diversa.

Entrevistador: Vários dos personagens tem problemas com seus pais como Will faz. É este um tema que vamos ver repetido ao longo das histórias?

Brian J. Smith: Acho que essa é uma observação interessante. Eu realmente não tinha pensado muito sobre isso, mas sim, muitos de nós têm problemas com os pais. Claro, você tem o personagem Riley que tem realmente um grande relacionamento com seu pai. Mas os pais desempenham um papel muito importante neste processo. De uma maneira estranha que você tem o personagem Jonas, que se torna numa forma de uma figura paterna para todas essas pessoas. Ele é o único que pode trazê-los todos juntos e, em seguida, dizendo-lhes: “Na verdade sim, você tem uma mãe e você tem um pai e você pode ter irmão, mas eles realmente não são sua família real.”

Entrevistador: Falando de pais, eu gritei “Joey Pants!” Quando eu vi o seu pai no set. Como foi trabalhar com Joe Pantoliano?

Brian J. Smith: Foi incrível. É como assistir a alguém só que completamente dirigiu-se de um penhasco para o desconhecido. Eu nunca vi um ator que apenas tem que lidar completamente confortável com uma cena de uma maneira muito, muito livre e participativa enquanto ainda dizendo as palavras que Lana e Andy escreveram. Foi uma verdadeira lição para mim, porque eu venho do teatro e é apenas no meu DNA agora a aparecer e você meio que tem algumas idéias sobre o que a cena é. Não temos muito tempo. É provavelmente para fazer um monte de televisão, também. Eu acho que ele vem mais do fundo onde há esta incrível liberdade que você tem que tomar um momento em cinco direções diferentes, com cinco tomadas diferentes que você nunca poderia ter previsto quando você lê. Era como uma master class real para mim só para estar nessas cenas.

Entrevistador: E como foi trabalhar com os Wachowski?

Brian J. Smith: Meu Deus, sim. Foi estressante no início, porque se eu olhar para trás sobre as experiências curso de película mais emocionantes que eu tive da minha vida… o Wachowski e as coisas que eles fizeram, eles realmente são verdadeiramente meus cineastas favoritos. Eu amo a sua estética. Mesmo quando eles terem explodido para certos filmes, a maneira que eles assumem riscos, a maneira que eles atiram coisas, a maneira que cada filme está tentando descobrir algum problema humano realmente central. É exatamente o tipo de cinema que eu realmente gosto. Então, começar a trabalhar com eles foi antes de mais nada realmente, realmente, realmente assustador. Eu deveria ter me deixado relaxar em primeiro lugar, porque eles são honestamente os dois, tímidos, pessoas brilhantes mais gentis que você jamais querem se encontrar. Eles são apenas como espíritos afins e eles são muito, muito particulares e eles não fazem um monte de imprensa. Eles são muito, muito protetores de sua vida privada e de seu espaço pessoal. Eu acho que com eles aprendi que na cultura de hoje e apenas a maneira desagradável que está lá fora, você tem que ser privado. Então, para conhecê-los e começar a trabalhar com eles foi apenas uma viagem de mente absoluta.

Entrevistador: Eu tive conversas com Lana e ela é todas essas coisas, só assim pensativo, interessante.

Brian J. Smith: Sua mente trabalha em um plano totalmente diferente. É uma coisa interessante porque ela e Andy fazem filmes de arte comerciais. Eu acho que às vezes isso pode ser uma relação muito desconfortável para que quando você está tentando fazer algo que deveria fazer como R$ 600.000.000, mas também é suposto ser muito inteligente e muito filosófica em uma maneira de séries. Muitas vezes, essas duas coisas não se misturam. Quando você conversa com Lana e você ver a forma como o cérebro funciona e como ela está em contato com sua experiência de vida, tudo faz sentido o que é que eles tentam fazer como artistas.

Entrevistador: Eles dirigiram o material em Chicago então obviamente eles dirigiram a maior parte do seu material. Mas você filmou toda parte, certo?

Brian J. Smith: Sim, Tuppence e eu, por qualquer motivo, penso que foram os dois que foram para cada cidade, que não é como nada para se gabar. Foi fantástico, mas também foi muito difícil. Nós realmente não temos tempo para descansar. Nós estávamos sempre em um avião esperando na fila para a segurança ou algo parecido ou passar o tempo em hotéis. Mas sim, sim, eu e ela disparamos em todas as nove cidades.

Entrevistador: Você queria ir para cada cidade para filmar todas as suas cenas lá de uma vez ou você estava indo e voltando?

Brian J. Smith: Nós bloqueamos as filmagens em cada cidade. Então começamos em São Francisco. Tudo o que acontece em São Francisco foi filmado lá e todos os atores saíram. Foi a mesma coisa para Nairobi… Eu acho que Terrence Mann, que interpreta Mr. Whispers, tinha um par de cidades onde ele literalmente mostrou-se apenas a gostar quadro cruzou (risos). Eu quero dizer a sua selvageria de ir lá e ficar acondicionado e foi literalmente apenas com um olhar.

Entrevistador: Quando você está gravando as cenas onde seu personagem e, por exemplo, locais caráter, Tuppence passa dentro dos mesmos momentos na tela, mas você dois filmaram essas semanas de intervalo em Chicago e Londres, foi difícil para voltar ao mesmo local em seu psique do personagem?

Brian J. Smith: Isso foi algo que falamos muito sobre porque era uma grande questão, “Será que estamos sempre indo para a continuidade perfeita como emocionalmente?” “Se filmar uma cena que acontece em Chicago e Londres, estou no mesmo lugar emocional exato em Londres que eu estou no tipo de lado em Chicago?” Descobrimos que era realmente uma coisa flexível, porque às vezes se você estiver na experiência de outra pessoa e você está na cabeça de outra pessoa, enquanto eles estão em Nairobi você está também experimentando seu estado emocional. Então você não tem que transitar necessariamente o que você está enfrentando em sua vida física. Você pode brincar com a sua experiência na sua própria cidade. Por isso, não precisa se preocupar com um jogo emocional ou físico completo entre as cidades. Era muito fluido.

Entrevistador: Você e Tuppence compartilharam um monte de cenas. Será que vocês têm um processo onde vocês dois como atores um tipo de preparo para esse tipo de intimidade ou foi apenas conversas constantes?

Brian J. Smith: Nós só saímos muito e tivemos um ótimo tempo juntos (risos). Era uma daquelas coisas sobre a vida do dia-a-dia estar em um show. Por exemplo, quando nós estávamos trabalhando em São Francisco, eu realmente não tenho muito a fazer até como a última semana de filmar lá. Então, antes realmente Tuppence, Miguel e eu éramos uma espécie de trio e nós saíamos para fazer um monte de coisas juntos. Gostaríamos ir ao ginásio ou sair e jantar ou simplesmente sair no hotel. Então, nós nos ligamos de um modo off-câmera que nos deu uma familiaridade e de nível de conforto.

Entrevistador: Joe Straczynski disse que cada um dos atores “foram à festa, sabendo que eles estavam em uma maneira que representa seu país. Assim como os Jogos Olímpicos que veio preparado para se sobressair. Você diria que era verdade para você e verdadeiro para todos que você trabalhou?”

Brian J. Smith: Acho que fazer tantos filmes e shows nos Estados Unidos. Para isso, iniciou-se em São Francisco e, em seguida, fomos para Chicago. Há algo sobre as tripulações americanas e atores americanos quando nós trabalhamos nessas cidades, depois que nós estamos indo para ir para algum outro programa imediatamente. A mesma coisa em Londres. Quando estávamos trabalhando com pessoas em lugares como Nairobi ou Coréia do Sul e na Cidade do México, você realmente tem um senso dos atores locais e da equipe local que havia esta incrível sensação de orgulho que finalmente alguém estava vindo para contar sua história. Não que isso não era pessoal para nós em Chicago e Londres e São Francisco, mas para as pessoas, especialmente acho que em Nairobi não havia essa energia incrível. Não importa se você estava fazendo maquiagem ou cabelo ou se você estivesse segurando o microfone ou o que quer, eles sentiram como se estivessem representando algo que eles queriam que as pessoas ao redor do mundo vissem. E isso foi realmente poderoso.

Entrevistador: Parece que você estava realmente ocupado quando você estava em Chicago filmando “Sense8.”

Brian J. Smith: Sim sim. Isso foi na íntegra. Sim, isso era uma loucura.

Entrevistador: Parece que você filmou um monte no lado Sul ou no lado Oeste, em Chicago. Como foi sua experiência?

Brian J. Smith: Nós realmente fomos, eu acho que para o lado Sul com o carro de imagem, que é qualquer tempo que você tem uma cena que ocorre em um veículo em movimento há essa enorme espécie de trailer que eles montaram. E isso era selvagem, quero dizer, passando pelo lado Sul de Chicago a energia era tão incrível, porque as pessoas eram como, “Ei, é um filme! O que está acontecendo?”. Então nós iríamos para outras partes do Chicago (onde eles estavam mais acostumados a filmagem) e todo mundo sabia que eles estavam em um filme. Eles não iria olhar para a lente. Eles tentaram jogar junto de uma maneira estranha. E eles foram, provavelmente, um pouco mais chato. Foi incrível ver como a energia mudou de bloco em bloco em Chicago assim.

Entrevistador: Qual foi a sua parte favorita de fazer isso?

Brian J. Smith: Meu Deus. Eu adorava passar o tempo em Berlim. Essa foi uma viagem para mim, porque eu estudei alemão na escola e fui fascinado com a história, a cultura, a comida, as pessoas. Eu cresci no Texas, o que é ótimo. Eu não consigo pensar em qualquer lugar do mundo isso é mais oposto ao Texas do que a Alemanha, Berlim, em particular. Há apenas tal decadência incrível sobre a cidade. Eu não quero dizer em termos de dinheiro. É um dos poucos lugares no mundo que você pode ir e não tem que ser rico e você pode sentir como você está envolvido na cidade. Faz você se sentir como se estivesse realmente, realmente, realmente vivendo e não apenas lutando para sobreviver. Você poderia ser um mensageiro ou um garçom ou um barista e todos eles saem à noite e tem um tempo incrível e eles vivem a vida de uma forma que eu nunca pensei que você era permitido. Assim que foi incrível. Na verdade Berlim, apenas em termos de minha própria bagagem pessoal, era um lugar onde eu realmente senti que eu fiz um monte de crescimento, acredite ou não.

Entrevistador: Nós não vemos muito o Sr. Whispers no início, mas ele vai se tornar um grande problema para os sensates?

Brian J. Smith: Oh sim. (risos) Sim. Ele vai elevar, eu não quero chamá-lo de uma cabeça feia, porque vamos enfrentá-lo, Terrence Mann é um cara bonito e ele é encantador, mas ele se torna uma força de conexão sensate engrossando com o enredo. Eu diria que provavelmente começando por volta do episódio 5.

Transcrição por: Brian J. Smith Brasil

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