Uma semana na vida de Brian J. Smith de Sweet Bird of Youth.

Enquanto se prepara para estrelar ao lado de Marcia Gay Harden em Chichester, o ator  revelou algumas cenas da produção para o setor mediático londrino Whats on Stage.

Brian J Smith com Marcia Gay Harden em Sweet Bird of Youth Marcia Gay Harden e Brian J Smith no ensaio para Sweet Bird of Youth

Brian J. Smith é conhecido por seus papéis na tela na série Sense8 e na série de ficção científica Stargate Universe. Ele interpretou The Gentleman Caller na produção da Broadway em 2013 de John Tiffany, The Glass Menagerie, retomando o papel em West End em 2017 e foi posteriormente nomeado para ao Olivier Awards deste ano como “Melhor Ator Coadjuvante”.

Ele está se preparando para abrir no filme Sweet Bird of Youth de Tennessee Williams, que verá a atriz americana, Marcia Gay Harden, fazer sua estréia no cinema no Reino Unido. Na sequência da abertura da produção, pedimos ao Smith que nos guarde um pouco dos bastidores no Chichester Festival Theatre para ver alguns dos preparativos que acontecem para a peça.

A tintura de cabelo

115374.jpg

BJS: “Preparando o loiro.”

As vistas de Chichester

115379.jpg

BJS: Não é um mau lugar para trabalhar nas linhas.

O traje apropriado

115373.jpg

BJS: “O elenco reunido pela primeira vez em traje”.

Selfie com Derek Jacobi

115370.jpg

BJS: “Derek não ficou impressionado com o meu desempenho na segunda prévia”.

Ensaios tecnológicos

115377.jpg

BJS: “Esse brilho de ensaio tecnológico! Com os membros da companhia Rob [Ostlere], Dan [Tuite] e Sam [Phillips]”.

Prévia do piquenique

115367.jpg

BJS: Tempo do piquenique antes de um das primeiras prévias.”
A peça estará em exibição em Chichester Festival Theatre até o dia 24 de junho.
FONTE;

Brian J. Smith precisou mudar de visual recentemente para interpretar Chance Wayne na peça “Sweet Bird of Youth” que esteve aberta nestes últimos dias para as suas primeiras prévias da trama teatral durante o Chichester Festival Theatre em Chichester, Reino Unido.

As primeiras prévias da peça começaram no dia 02 de junho e vão até hoje (08) e amanhã (09) será o dia da abertura oficial da peça que estará em exibição para visitação ficando até o dia 24 deste mês.

Confira a seguir as fotos de produção da peça com Brian J. Smith e elenco em nossa galeria em HQ.

INICIO > PEÇAS DE TEATRO | THEATER PERFORMANCES > SWEET BIRD OF YOUTH AT CHICHESTER THEATRE, JUNE 2017 – LONDONFOTOS PROMOCIONAIS DE PRODUÇÃO

18921163_10155399030273415_1929651050407803578_o.jpg18922732_10155399030103415_9122763329668723041_o.jpg18922864_10155399030463415_3076497501004070207_o.jpg19023345_10155399030263415_3088371834190885467_o.jpg

Perguntas e respostas com a estrela de Sweet Bird of Youth.

Tempo para uma sessão de perguntas e respostas com estrelas da Chichester Festival Theatre’s da próxima produção Sweet Bird of Youth. Leia como Brian J. Smith, Marcia Gay Harden e o Diretor Jonathan Kent falam sobre personagens, aventura e o que faz CFT tão especial.

Brian J. Smith – Chance

ENTREVISTADOR: Você pode resumir em uma cena para nós quem o seu personagem é em Sweet Bird of Youth?

Brian J. Smith: Chance é um garoto sulista de uma cidade pequena, que é procurado por ser especial e que validação e apenas procurou por isso no lugar errado. Ele se perdeu e tem uma ultima chance, um desesperado esforço para se ver limpo de novo e encontrar redenção.

ENTREVISTADOR: Você acabou de sair da peça de Tennessee Williams em West End (The Glass Menagerie que foi transferido da Broadway) – isso é parte de uma tendência? Nós devemos esperar para ver você depois em Streetcar?

Brian J. Smith: Eu não sei, Provavelmente não. Está sendo um tremendo feliz acidente que terminou desse jeito e é muito maravilhoso – de gastar de 10.30 na manhã para 10 da noite imerso em Tennessee Williams é uma coisa muito especial, mas eu não espero que isso continue. Eu acho que atores sempre pensam que nós nunca vamos trabalhar de novo! Então, você tem que  aproveitar enquanto você está nisso e o que tiver que acontecer depois, aconteça.

ENTREVISTADOR: Como um americano fazendo a transição através do oceano, o que está sendo a coisa mais animadora em trabalhar tão longe?

Brian J. Smith: A audiência é incrível. As entradas são tão acessíveis aqui de um jeito que eles não são nos Estados Unidos – realmente se tornou luxúria ir ao teatro em Nova York. Aqui eu sinto que todos podem ir ao teatro e todos querem. Realmente parece um teatro de pessoas de um modo que nunca descobri nos Estados Unidos.

 

Marcia Gay Harden e Brian J. Smith voam ao Festival Chichester para SWEET BIRD OF YOUTH

Novo elenco para SWEET BIRD OF YOUTH é anunciado por Tennessee Williams, dirigido por Jonathan Kent, passa no Teatro Festival Chichester de 2 – 24 de junho, com uma noite de divulgação em 9 de junho.

A companhia é composta por dois atores americanos que atuam na tela e no palco: a recém ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, tem sua estreia no teatro do UK como Alexandra, e Brian J. Smith atua como Chance.

Junto a eles estão: Emma Amos, Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Graham Butler, Richard Cordery (como ‘Boss’ Finley), Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel TuiteEwart James Walters.

Sweet Bird of Youth se passa em 1956, em um hotel no Golfo do México. Alexandra del Lago, uma lenda de Hollywood, fugiu do ridículo que saudou a estréia de seu filme de volta. Desesperada por anonimato e esquecimento, ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar no Golfo do México. Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.

Possivelmente, em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano. Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Ganhadora do Academy e Tony Award, a atriz Marcia Gay Harden, que abraçou o trabalho em filmes e estúdios independentes, televisão e teatro, atua como Alexandra. Seus papéis em filmes incluem o artista Lee Krasner in Pollock, com que ganhou o Oscar por Supporting Actress e Celeste in Mystic River, no qual ela ganhou mais uma nomeação; Miller’s Crossing, The First Wives Club, Meet Joe Black, Mona Lisa Smile, The Hoax, Used People, Grandma, Into the Wild, American Gun, Fifty Shades of Grey and Fifty Shades Darker. Ela estrela no drama da CBS, Code Black, enquanto suas atuações anteriores incluiram The Courageous Heart of Irena Sendler eLaw and Order: SVU, e com os dois ganhou nomeações ao Emmy, e a critica e aclamada série da HBO The Newsroom.

Marcia Gay Harden fez sua estréia na Broadway com Tony Kushner’s Angels na América, e conseguiu sua nomeação ao Tony Award como Drama Desk e Theatre World awards. Ela ganhou o Tony award e o Outer Critics’ Circle Award por Melhor atriz em 2009 por Yasmina Reza’s God of Carnage, um papel que ela reprisou em Los Angeles em 2011 com o elenco original da Broadway.

Brian J. Smith, que interpreta Chance, ganhou a nomeação ao Tony por seu papel de Gentleman Caller na peça de Tennessee Williams, The Glass Menagerie, um papel que ele primeiro atuou na Broadway e agora está reprisando em West End em Londres. Seus trabalhos de tela incluem Trey no filme independente Hate Crime; Matthew Scott na série Stargate Universe; e Will Gorski na série da Netflix Sense8, em que a nova temporada estréia em maio.

O Diretor Jonathan Kent retorna a Chichester seguido de suas produções de enorme sucesso de Young Chekhov Trilogy (Evening Standard Award por Best Revival), Gypsy and Sweeney Todd (ambas que ganharam o Olivier Awards por Best Musical Revival) e Private Lives, todos pelos quais se transferiram para Londres. Ele diretor artistico convidado do Teatro Almeida de 1990 – 2002.

A produção vai ser feita por Anthony Ward, com a presença de Mark Henderson, a musica será com Debbie Wiseman, os sons por Paul Groothuis e video por Andrzej Goulding.

Eventos:

Conversa Pre-Show com Jonathan Kent
Quarta, 7 de junho, 17h45

Grátis, porém necessária reserva

Mais tarde com Kate e Marcia Gay Harden, quinta 15 de junho, pós-show. Marcia Gay Harden junto a Kate Mosse para falar sobre sua extraordinária carreira em filmes e o ganho do Tony Award pelo teatro. Grátis.

Conversa pós-show

Segunda, 19 de junho

Ficam depois da performance para fazer perguntas, conhecer os membros da companhia e descobrir mais. Grátis.

Sábado de Rascunhos Digitais 

15 de julho – Sábado, 12 de julho

Ouça uma série de pequenas e novas peças por meio de caixas de sons instaladas no teatro Festival Foyer. Usando temas de Sweet Bird of Youth como um estímulo, jovens dramaturgos irão trabalhar juntos para construir seus pequenos pedaços, em que serão gravados em um estilo de jogo de radio pelos membros do Teatro Festival Youth. Grátis.

Para ingressos e mais informações, contate bilheteria com 01243 781312 ou vá online em https://www.cft.org.uk/ . Entradas por £10. Para pessoas de 16 – 25 anos por £5.

 

MARCIA GAY HARDEN E BRIAN J. SMITH CONDUZEM A PEÇA SWEET BIRD OF YOUTH EM CHICHESTER

Todo o elenco foi nomeado para aparecer ao lado de Marcia Gay Harden e Brian J. Smith na peça de Tennessee Williams, Sweet Bird of Youth, dirigido por Jonathan Ken, que aparecerá no Chichester Festival Theatre em junho.

A companhia é composta por dois atores americanos que atuam na tela e no palco: a recém ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, tem sua estreia no teatro do UK como Alexandra, e Brian J. Smith atua como Chance.

Junto a eles estão: Emma Amos, Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Graham Butler, Richard Cordery (como ‘Boss’ Finley), Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel TuiteEwart James Walters.

Sweet Bird of Youth se passa em 1956, em um hotel no Golfo do México. Alexandra del Lago, uma lenda de Hollywood, fugiu do ridículo que saudou a estréia de seu filme de volta.

Desesperada por anonimato e esquecimento, ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar no Golfo do México.

Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.

Possivelmente, em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano.

Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Ganhadora do Academy e Tony Award, a atriz Marcia Gay Harden, que abraçou o trabalho em filmes e estúdios independentes, televisão e teatro, atua como Alexandra.

Seus papéis em filmes incluem o artista Lee Krasner in Pollock, com que ganhou o Oscar por Supporting Actress e Celeste in Mystic River, no qual ela ganhou mais uma nomeação.

Ela também apareceu em Miller’s Crossing, The First Wives Club, Meet Joe Black, Mona Lisa Smile, The Hoax, Used People, Grandma, Into the Wild, American Gun, Fifty Shades of Grey and Fifty Shades Darker.

Ela estrela no drama da CBS, Code Black, enquanto suas atuações anteriores incluiram The Courageous Heart of Irena Sendler eLaw and Order: SVU, e com os dois ganhou nomeações ao Emmy, e a critica e aclamada série da HBO The Newsroom.

Marcia Gay Harden fez sua estréia na Broadway com Tony Kushner’s Angels na América, e conseguiu sua nomeação ao Tony Award como Drama Desk e Theatre World awards.

Ela ganhou o Tony award e o Outer Critics’ Circle Award por Melhor atriz em 2009 por Yasmina Reza’s God of Carnage, um papel que ela reprisou em Los Angeles em 2011 com o elenco original da Broadway.

Brian J. Smith, que interpreta Chance, ganhou a nomeação ao Tony por seu papel de Gentleman Caller na peça de Tennessee Williams, The Glass Menagerie, um papel que ele primeiro atuou na Broadway e agora está reprisando em West End em Londres.

Seus trabalhos de tela incluem Trey no filme independente Hate Crime; Matthew Scott na série Stargate Universe; e Will Gorski na série da Netflix Sense8, em que a nova temporada estréia em maio.

Sweet Bird of Youth é sobre uma lenda de Hollywood, cujo filme de retorno é um desastre, então ela viaja sob um pseudônimo encontrando bebida e drogas em seu caminho.

“1956. Um hotel no golfo do México. Alexandra Del Lago (Marcia Gay Harden), uma lenda de hollywood, fugiu do ridículo que era receber a estreia de seu filme de volta. Desesperada por anonimato e esquecimento ela se esconde em uma pequena cidade a beira-mar.

Com ela está Chance Wayne – um jovem prostituto, que está tentando encontrar a sua desperdiçada e desonesta vida, algum significado ao voltar para casa para reclamar seu amor de infância vindo de seu cruel pai, o policial corrupto ‘Boss’ Finley.”

Em sua mais abrasadora e pessoal das peças, Tennessee Williams – um dos maiores escritores do século 20 – examina falhas ambições, juventude e amor perdidos, a corrupção e intolerância que espreita o Sonho Americano.

Como os tempos de hoje que o Estados Unidos encara sem certezas ou momentâneas mudanças, Sweet Bird Of Youth é um retrato da degradação dos valores americanos e a corrosiva atração por celebridade.

Jonathan Kent volta para o teatro Chichester – ao sul de Londres – seguindo seu grande sucesso com Gypsy e the Young Chekhov Trilogy para dirigir essa negligenciada obra-prima, com um elenco de estrelas, liderado por dois dos maiores atores americanos de palco e de tela.

A celebrada ganhadora do Oscar e Tony Award, Marcia Gay Harden, faz sua estreia no teatro como Alexandra.  Seus filmes incluem Miller’s Crossing, Pollock e Mystic River. Ela ganhou o Tony Award por God of Carnage. Brian J. Smith que atua como Chance na peça, ganhou sua nomeação ao Olivier Awards pela peça de Tennessee Williams The Glass Menagerie em West End em 2017. Ele também pode ser visto nas telas estrelando em Sense8, série da Netflix.

O elenco completo para o Sweet Bird of Youth de Tennessee Williams no Chichester Festival Theatre foi anunciado.

Se juntará com Marcia Gay Harden, que foi ganhadora de um Tony Awards e ao Brian J. Smith que foi nomeado ao Olivier Awards 2017 e ao Tony Awards 2014, os atores e atrizes Hester Arden, Matthew Barker, Victoria Bewick, Alex Bhat, Ray Emmet Brown, Ingrid Craigie, Joy Cruickshank, Tim Francis, Kurt Kansley, Rob Ostlere, Sam Phillips, Daniel Tuite e Ewart James Walters.

A peça é dirigida por Jonathan Kent e estará em exibição a partir do dia 9 de junho.

Sweet Bird of Youth (Doce pássaro da Juventude para português) será exibido no Chichester Festival Theatre – ao sul de  Londres – nos dias 9 a 24 de Junho e começando as suas primeiras prévias no dia 2 de Junho.

 

 

Em uma nova entrevista divulgada pelo o setor mediático inglês, o Brian concede algumas informações sobre a peça e conselhos. Leia a seguir a matéria da entrevista traduzida.

Theatre.london> O que há de novo> Brian J Smith: The Glass Menagerie “realmente visa assombrar você”

A estrela do EUA trouxe a sua nomeação ao Tony Awards e seu desempenho para Londres e o poder do teatro.
TL: Não é muito frequente que um ator admita que a peça em que está estrelando pode causar uma auto-agressão. A estrela americana Brian J. Smith, que está atuando como o Gentleman Caller em The Glass Menagerie, está feliz em quebrar esse molde. Por quê? Por causa do excepcional trabalho do diretor John Tiffany. 
Sem isso, diz ele, a peça pode ser muito deprimente. É difícil discutir com ele. A história, que ajudou a tornar o nome do dramaturgo Tennessee Williams, não é felizSegue-se uma família em que a mãe anseia por os luxos que ela está perdida, o filho está preso em um trabalho que ele odeia, e a irmã é prejudicada pela insegurança e pela baixa auto estimaMas nada melhora
No entanto, Brian J. Smith, uma ex-estrela da franquia Stargate Universe que lidera o elenco da drama da Netflix Sense8, retornou para a produção da peça em Londres e por ter impressionado o público e os juízes do Tony Award em Nova York. Por quê? Porque o coração da peça é muito afetuoso. E porque o diretor John Tiffany da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada,tem trabalhado a sua magia teatral sobre ele.
TL: O que o público pode esperar de The Glass Menagerie?
Brian J. Smith: Eles podem esperar para deixar o teatro com seus corações abertos um pouco. Apenas um pouco abalado, mas movido por algo muito bonito. Alguns shows quer impressioná-loEles são muito intelectuais e eles jogam com sua mente. Este não é esse tipo de experiência. Este realmente pretende assombrá-lo.
TL: Como você se sentiu na sua estreia no West End?
Brian J. Smith: É algo que eu sabia que chegaria por um tempo, mas não sei me sentir real até a nossa primeira prévia. Você está sempre se perguntando: “Como eles vão reagir a nós aqui?” Como são o público londrino e o que vai tirar para este show? Como são audiências de Nova York vai levar a este show.” É sempre a nosso favor. Eu acho que é porque amamos o show tanto. Eu acho que as pessoas entendem e sentem o cuidado que temos pela peça. Eles respondem a ele.
Quando isso terminou em Nova York, eu sabia que eu não estava satisfeito com o término dele. Foi um momento tão especial na minha vida, fazendo desta peça nos Estados Unidos. Você raramente muito na vida tem a oportunidade de revisitar algo que significou muito para você. É quase como voltar para onde você passou verões de sua infância.
TL: Por que outro renascimento de The Glass Menagerie?
Brian J. Smith: Primeiro, este é definitivamente [o Diretor da peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada] uma produção de John Tiffany. Ele traz esse sentido de elevar e magia e compaixão e truques no palco para o show que pode fazer uma peça de outra forma e muito sombrio do trabalho em algo que é bonito. O que John viu na peça é algo a ver com a beleza de nostalgia. O lado realmente prazeroso e doloroso de olhar para trás em algo que aconteceu em sua vida. Ele transformou isso em algo que só pode existir em um palco. 
TL: Quão importante você acha que é que o show está vendendo 20.000 bilhetes por £ 20 (euros) ou menos?
Brian J. Smith: Eu acho que é incrível. Acho que é muito importante que nos asseguremos de que as próximas gerações venham e vejam as peças/os shows, se inspirem e queiram fazer parte do mundo do teatro. Fazer bilhetes acessíveis desta forma é parte disso. Em Nova York, os ingressos podem ser de US $200 ou US $300 para assentos de back-row. Eu acho que é ótimo trazer o show para Londres e ter que ser onde estudantes, baristas, qualquer um pode vir e ver a peça. É feito para todos. Eu não acho que o teatro deve ser uma experiência elitista. 
TL: Será que você quis ir ao teatro quando era adolescente?
Brian J. Smith: Na verdade não. Meninos do Texas não iam muito ao teatro. Embora na escola, quando eu comecei a me interessar pelo teatro, tivemos muitos teatros realmente grandes em Dallas. Eu vi uma bela produção de A Gaivota. Eu posso lembrar quase tudo sobre ele. Os sentimentos que me fez sentir foram tão maravilhosos. Eu não sabia que era possível. Eu estava maravilhado com o que eles fizeram.
Eu sempre me lembro disso. Às vezes eu me viro para trabalhar e estou cansado ou tenho um resfriado e eu penso: “Como vou andar nesse palco e dar alguma coisa?” Então eu lembro que há pessoas naquela audiência como que tem 16 anos de idade  e que eu tenho a possibilidade de dar a eles a mesma sensação que eu tive. Isso me acorda imediatamente e realmente me deixa animado para sair e compartilhar algo com eles.
TL: Como é assistir ao teatro que você ama?
Brian J. Smith: Vi Hedda Gabler no National depois do ensaio uma noite, que eu simplesmente amei. Sinéad Matthews deu um desempenho surpreendenteSeu coração partido, a emoção.. ela estava tremendo. Isso é o que o teatro faz de uma maneira que nada mais pode. Você vê uma pessoa real na frente de você ter uma experiência e não pode ajudar, mas abra seu coração e o humaniza. Seu rosto é algo que eu nunca vou esquecer. É por isso que vou ao teatro e é isso que me inspira a fazer teatro.
TL: Se você pudesse dar um conselho aos aspirantes e aos atores, o que seria? 

Brian J. Smith: Você tem que encontrar maneiras de manter a sua mente e o corpo saudáveis. Yoga é algo que me manteve realmente saudável e se encaixam em uma boa maneira. Você precisa ter essas práticas espirituais em sua vida, porque você pode se perder muito facilmente, especialmente nos momentos em que você não está trabalhando, o que pode ser frequente.Você realmente tem que tomar uma decisão. Os atores que eu vi ir e ganhar a vida são aqueles que teimosamente disseram: “Isso é o que estou fazendo. Isto é o que eu sou. “Eles ficaram presos com ele em face de muita rejeição, incerteza e completa pobreza abjeta. Eu estive lá. Por alguma razão eu só tinha aquela pequena voz na minha cabeça dizendo: “Eu estudei. Eu me sacrifiquei. Eu fiz tudo. Eu me coloquei nessa posição e meu Deus vou segui-la.”

 

Brian J. Smith ficará com a peça “The Glass Menagerie” em West End no teatro Duke of York’s, em Londres até o dia 29 de Abril.

FONTE;

A Broadway Style Guide, portal de noticias online, liberou hoje (16/02) uma nova entrevista com Brian J. Smith em que o ator fala sobre sua peça que está atualmente em cartaz em Londres, The Glass Menagerie. Ele também participou de uma sessão de fotos que acompanhou a matéria e elas já se encontram na nossa galeria e você pode conferir aqui.

Brian J. Smith: Chamada de Londres

Para Brian J. Smith não tem nada como performar ao vivo. Ele tem estado nas telas da TV por um tempo na série de ficção da Netflix, Sense8, que foi pego para a segunda temporada e está emocionado de estar voltando aos palcos com The Glass Menagerie. Smith apareceu por último na Broadway em uma produçaõ de John Tiffany, ele esta voltando para a peça e produção e agora sua co-star de West End Cherry Jones. A peça está em cartaz no teatro Duke Of York em Londres. “É melhor do que sexo”, o ator fala sobre teatro ao vivo.

Broadway Style Guide conversou com Smith sobre suas histórias, regime de exercícios, e o que uma noite na cidade se parece para ele e Jones.

Você está prestes a entrar em Londres para a sua estreia em West End com The Glass Menagerie. Qual a sua ideia de tarde perfeita em Londres?

O Hyde Park é o meu lugar preferido de Londres, então eu aposto que nessa tarde eu iria estar por lá com um café e alguma música boa, apenas me perdendo. Eu gosto de permanecer ativo quando estou me apresentando em teatro e entrar em uma bom treino é minha terapia. Você também me encontrar fazendo um pouco de yoga ou correndo pelo Tamisa se não estiver chovendo.

Qual sua ideia de noite fora perfeita com sua co-star Cherry Jones? Em qual problema você se prevê entrando?

Eu tenho certeza que iriamos achar algum bar perto do teatro Duke Of York, algum pub com nome chique e uns bons matinis. A parceira da Cherry, Sophie, iria estar escapando com frequência para visitar e nós três como sempre viveríamos uma ótima noite – especialmente quando tem um bom steak envolvido. Nós provavelmente iriamos empurrar as horas um pouco se for um sábado a noite desde que domingo seja nosso dia de folga.

Se você pudesse ir a algum lugar quieto e nunca mais ser incomodado de novo, onde seria e quais itens essenciais você precisaria para se manter ocupado?

Eu iria achar uma cabana nos Montes Apalache com uma vista limpa ao oeste. Tudo o que eu precisaria seria um cachorro, acesso ao spotify, bons alto-falantes, uma esteira de yoga e meu iPad cheio de ótimos livros.

Você tem um ótimos seguidores no Instagram. Qual o seu mais culpado prazer no Instagram?

Eu sou tímido com câmeras, então eu na verdade prefiro não estar nas fotos, mas eu sei  que as pessoas seguem o seu Instagram para ver VOCÊ, não apenas fotos de arte e por do sol. Ainda assim, eu realmente amo tirar fotos cuidadosamente compostas de cenas da cidade a noite, especialmente se vem chovendo, tem tido uma vibe John Grimshaw. Minha cadela, Cassie, faz algumas aparições memoráveis também. Eu tive que colocar mais que poucos dos dentes dela saltados, então a língua um pouco mais pra cima, mas ela não podia ligar menos. Ela ama a câmera.

Você e seus colegas do elenco tiveram que mostrar um pouco de pele na sua série da Netflix, Sense8. Qual o seu segredo para estar pronto na frente das câmeras?

Realmente uma forte rotina diária de yoga com alguns dias de treinamento pesado no meio. Eu acho que um proporção de 3:1 é ideal. Também, achei alguns ótimos videos no youtube de um menino chamado Brendan Meyers, sua rotina de abdômen é matante e geralmente duram menos de seis minutos. É tudo o que você precisa – por outro lado  no começo você explode e pode parecer muito volumoso. Me levou um tempo para achar o equilíbrio.

Você nasceu no Texas. O você ama/ou odeia sobre ser do estado de artistas solitários?

Tem um número surpreendente de texanos na industria. Um número desproporcional, na verdade. Eu sempre me perguntei sobre isso. Eu acho que é porque o Texas é muito carregado de contradições, e texanos como eu que trabalha nas artes trazem isso para fora. Nós somos dependentes, fomos criados bem, nós não gostamos de “balançar o barco”. Mas também somos competitivos, e temos um senso de culpa ou vergonha que não podemos explicar.

Se você pudesse ter a carreira de outro ator, quem seria e porque?

Cherry Jones – sem dúvidas. Ela irá te dizer e eu acredito nela, que ela é a atriz que é hoje por causa de todos os anos que ela gastou longe de Nova York no teatro American Repertory, interpretando as ótimas partes, viajando e se apaixonando e aprendendo a pressão de ter uma série ou filme chegando. Tudo isso – e claro aquela coisa misteriosa que ela tem. Chamada mágica. Mas ela é feliz, e ela tem uma ótima vida e ela é tão amorosa com todos que trabalha e tiveram a chance de vê-la performando. Ela me ensina tanto, e eu continuo sem acreditar que eu posso passar alguns momentos com ela no palco todas as noites.

Exclusivamente para o veículo Theatre London, Brian J. Smith conta um pouco sobre o seu trabalho, teatros em geral, mostra como peças conseguem ser ricas em emoções e como é mágico receber e também passa-lás ao público. Leia a matéria traduzida a seguir:

Brian J. Smith: The Glass Menagerie “realmente pretende assustar vocês”

O ator estadunidense relata sobre trazer sua performance com indicação ao Tony para Londres e o poder do teatro.

Não é sempre que o artista admite que a peça em que está estrelando pode causar auto-agressão. Ator americano Brian J. Smith, que atua como o Gentleman Caller em The Glass Menagerie, está feliz em quebrar esse padrão. Por que? Por causa do trabalho excepcional do diretor John Tiffany.

Sem isso, ele diz, a peça podia ficar toda muito depressiva. É difícil argumentar com ele. A história, que na ação foi ajudada pelo nome de Tennessee Williams, não é uma história feliz. Segue a familia em que a mãe anseia pela luxuria em que está perdida, o filho está preso em um emprego que odeia, e a irmã é aleijada pela insegurança e baixa auto-estima. Enquanto o personagem de Brian, envolto em uma promessa que ele irá poder mudar tudo isso. Mas nada melhora.

Ainda Brian J Smith, formado como uma estrela de Stargate Universe que entrou para o elenco da série de drama da Netflix Sense8, retorna a produção em Londres tendo uma altíssima audiência – e Tony Awards jugou – em Nova York. Por que? Porque o coração da peça é tão afetuoso. E porque o diretor de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, Tiffany trabalhou sua mágica teatral nela.

O que a audiência pode esperar de The Glass Menagerie?

Eles podem esperar deixar o teatro um pouco de corações abertos. Só um pouco abalados, mas movidos por algo muito bonito. Algumas peças querem te impressionar. Elas são bem intelectuais e elas brincam com a sua mente. Essa não tem esse tipo de experiência. Ela realmente pretende te assombrar.

Como você se sente sobre fazer sua estréia em West End?

É algo novo que eu sabia que estava chegando por um tempo, mas não senti algo até nossa primeira prévia. Você está sempre pensando, “Como eles vão reagir a nós aqui? Como vai ser a audiência de Londres para o show? Como a audiência de Nova York vai ser para essa peça”. Sempre tem sido ao nosso favor. Eu acho que é porque a gente ama tanto a peça e eu acho que as pessoas entendem e sentem o cuidado que temos com ela e eles respondem a isso.

Quando terminamos em Nova York, eu soube que eu não tinha terminado com ela ainda. Foi um período muito especial na minha vida, fazer isso, atuar no States. Você raramente tem a oportunidade de revisitar algo que significou tanto na sua vida. É quase como ir onde você passava o verão em sua infância.

Poque fazer outra vez o The Glass Menagerie?

Primeiro, essa é definitivamente uma produção de John Tiffany [diretor de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada]. Ele trás esse senso de elevação, magia, compaixão e truques para o show que pode trazer uma forma mais sombria de trabalhar com algo que é bonito. O que o John viu na peça foi algo relacionado a beleza da nostalgia. O agradável e doloroso lado de olhar para o passado em algo que aconteceu nas suas vidas. Ele tornou isso algo que só pode existir em um palco.

Quão importante você acha que é o show estar vendendo 20,000 entradas por £20 ou menos?

Eu acho incrível. Eu acho realmente importante termos certeza que a próxima geração venha e assista peças, são expiradas e queiram fazer parte do mundo do teatro. Vender entradas acessíveis desse jeito é parte disso. Em Nova York, as entradas podem ser de $200 ou $300 para assentos na parte de trás. Eu acho ótimo trazer o show para Londres e ter os preços em que estudantes, baristas, todo mundo possa vir e assistir a peça. É feita para todos. Eu não acho que o teatro deveria ser uma experiencia elitizada.

Você ia ao teatro quando era adolescente?

Na verdade não. Jovens garotos do Texas não iam muito para o teatro. Porém no high school, quando eu começei a me interessar pelo teatro, nós tínhamos muitos ótimos teatros em Dallas. Eu vi uma bela produção do The Seagull. Eu me lembro de quase tudo. Os sentimentos eram tão maravilhosos. Eu não sabia que aquilo era possível. Eu estava maravilhado com o que eles fizeram.

Eu sempre me lembro disso. Ás vezes eu me viro para trabalhar e estou cansado ou pequei um resfriado e eu penso, “como eu vou entrar no palco e dar alguma coisa?” Então eu me lembro que tem pessoas na platéia assim como eu com 16 anos e eu tenho a possibilidade de dar a eles os mesmos sentimentos que eu tive. O que me acorda imediatamente e realmente me deixa animado para entrar lá e compartilhar algo com eles.

Como é assistir teatro que você ama?

Eu vi Hedda Gabler no National uma noite depois do ensaio, no qual eu simplesmente amei. Sinéad Matthews deu uma ótima performance. Seu coração partido, as emoções… ela estava tremendo. É isso que o teatro faz de uma forma que nada mais consegue. Vôce vê uma pessoa atual na sua frente tendo uma experiência e não pode ajudar, mas abre o seu coração e te humaniza. A cara dela vai ser algo que nunca vou esquecer. É por isso que eu vou ao teatro e é isso que me inspira nele.

Se você pudesse dar um pequeno conselho para um ator novo, qual seria?

Você tem que achar maneiras de mante a mente e o corpo saudáveis. Yoga é algo que me manteve muito são e em forma de uma boa forma. Você precisa ter essas praticas espirituais na sua vida porque você pode se perder muito fácil, especialmente em momentos que você não está trabalhando, que podem ser bem frequentes.

você realmente precisa tomar decisões. Os atores que eu vi indo e tendo uma vida são os que tiveram teimosamente que dizer, “Isso é o que estou fazendo. Isso é o que eu sou”. Eles tem ficado presos nisso mesmo com todas as rejeições, incertezas e pobreza absoluta. Eu estive lá. Por não sei quais razões eu só tive aquela voz na minha cabeça dizendo “Eu estudei. Eu me sacrifiquei. Eu fiz tudo. Eu me coloquei nessa posição e meu deus eu vou seguir com isso”.

FONTE;

Na última quinta-feira, 2 de Fevereiro aconteceu a grande abertura da peça “The Glass Menagerie” no teatro The Duke of York’s em Londres.

Uma pessoa da nossa equipe assistiu a peça no sábado (28.01) e foi a terceira prévia da peça e já estava incrível e adoramos ver o Brian cantando, atuando, rindo, momentos inexplicáveis.

Na noite da quinta-feira, a apresentação teve o seu maior público voltado para o centro mediático inglês e que rendeu boas críticas para a imprensa e alguns sites deram 5 estrelas para o espetáculo e outros 4 estrelas. Ou seja a peça teve uma grande apresentação e estamos na torcida para que nesse ano o Brian seja nomeado para alguns prêmios e que ele consiga levar algum pra casa!

Veja a seguir algumas fotos em LQ E MQ, que conseguimos do Brian na festa de lançamento da peça até agora.

INICIO > APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2017 > NA NOITE DE ABERTURA DE THE GLASS MENAGERIE EM LONDRES – 02 DE FEVEREIRO

john-tiffany-director-and-brian-j-smith-gentlemen-111444.jpgDW_glass_menagerie_1042.jpgmichael-esper-tom-wingfield-sonia-friedman-producer-and-111450.jpgbrian-j-smith-gentlemen-caller-and-kate-oand39flynn-laura-111441.jpgDW_glass_menagerie_1025.jpg

12